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Deputado Thiago Silva propõe aulas de robótica em todas as escolas de Mato Grosso

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O presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputado Thiago Silva (MDB), defende durante entrevista em rádio 87,9FM (26) que a Secretaria estadual de Educação (Seduc) amplie o Programa de Robótica Educacional para todas as escolas e municípios do estado.

Thiago Silva tem pautado na Assembleia Legislativa de Mato grosso (ALMT) desde o início do seu mandato, o tema “Robótica” nas escolas. Ele destacou o avanço da política pública criada pelo Estado, que tem sido bem aceita por toda a comunidade escolar.

“Parabenizo o governador Mauro Mendes (União) e servidores da Secretaria Estadual de Educação pela iniciativa deste projeto inovador, que prepara nossos alunos para as profissões do futuro através de aulas de robótica. Hoje, mais de 200 escolas já possuem aulas de robótica, e queremos que esse número seja ampliado para atender as mais de 600 unidades escolares de Mato Grosso”, reforçou o deputado.

De acordo com Laura Pereira, mãe da aluna Luiza, da rede estadual, este projeto é de grande valia, pois muitas escolas da rede particular não possuem esta disciplina, o que comprova o avanço e as melhorias na rede estadual.

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O compromisso do deputado é trabalhar em conjunto com o governo do estado e a Secretaria de Educação para viabilizar a expansão deste projeto, que poderá envolver capacitação de professores, aquisição de materiais e a integração da robótica como ferramenta pedagógica. A medida, segundo o parlamentar, posiciona Mato Grosso como um caso de estudo em políticas públicas educacionais focadas em inovação, com potencial para atrair investimentos do setor de tecnologia e fortalecer o ecossistema local de startups.

Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde ouve procurador-geral e empresária investigada por contratos da pandemia

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) ouviu, nesta quarta-feira (8), o procurador-geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes, e a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva, investigada por contratos firmados com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) durante a pandemia da Covid-19. Enquanto o procurador respondeu aos questionamentos da relatoria da comissão, a empresária exerceu o direito constitucional ao silêncio em relação às perguntas realizadas pela relatoria da comissão.

Durante o depoimento, Francisco de Assis afirmou que a PGE exerce o controle prévio de legalidade dos processos administrativos, mas não tem competência para fiscalizar a execução dos contratos firmados pela administração pública. Segundo ele, cabe à PGE emitir pareceres jurídicos antes da formalização das contratações, enquanto a fiscalização posterior compete aos órgãos de controle interno e externo. Questionado sobre informações apresentadas pela comissão relativas a pagamentos realizados sem cobertura contratual, afirmou desconhecer os dados.

Na sequência, a comissão ouviu a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva. Convocada na condição de investigada, ela compareceu acompanhada por advogado e optou por exercer o direito ao silêncio, garantia assegurada pela Constituição Federal.

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Ao avaliar os depoimentos, a relatoria da CPI da Saúde informou que a equipe técnica fará o cruzamento das informações prestadas durante as oitivas com a documentação reunida ao longo da investigação, subsidiando a elaboração do relatório final da comissão.

A relatoria também informou que irá aprofundar a apuração sobre uma tentativa de ataque cibernético aos sistemas da Secretaria de Estado de Saúde, mencionada durante o depoimento do procurador-geral. Conforme informado à comissão, o caso foi comunicado às autoridades competentes e a CPI aguarda informações da Polícia Federal para dar continuidade às investigações.

Investigação – A convocação da médica e empresária Virgínia Scaff está relacionada aos contratos firmados entre a empresa V. Scaff Gonçalves & Cia Ltda., conhecida como Clínica Rostey, e a Secretaria de Estado de Saúde (SES) para a disponibilização de 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto no Hospital Regional de Cáceres durante a pandemia da Covid-19.

Os contratos, superiores a R$ 4,2 milhões, são investigados por suspeitas de irregularidades. Conforme apurado pela CPI, a empresa, registrada como clínica de dermatologia e estética, não possuía experiência comprovada na gestão de UTIs. Relatórios da Controladoria Geral da União (CGU) também apontam indícios de fraude na dispensa de licitação.

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Ao encerrar a reunião, a relatoria da CPI da Saúde informou que o Plenário da Assembleia Legislativa aprovou a prorrogação dos trabalhos da comissão por mais 180 dias. Também foi aprovada a convocação do médico Luiz Wagner Silveira Golembiowski para prestar esclarecimentos sobre os fatos investigados.

Fonte: ALMT – MT

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