Tribunal de Justiça de MT

Desembargadora e juíza são condecoradas com a comenda Senador Filinto Müller na Assembleia

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Durante sessão solene da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), realizada na manhã desta segunda-feira (13 de maio), a desembargadora Antônia Siqueira Gonçalves, da Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), e a juíza Anglizey Solivan de Oliveira, titular da 1ª Vara Cível de Cuiabá (Especializada em Recuperação Judicial e Falência), foram laureadas com a Ordem do Mérito do Legislativo de Mato Grosso “Comenda Senador Filinto Müller”, concedida por indicação do deputado estadual Max Russi.
 
A solenidade foi acompanhada pela vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Erotides Kneip e pelo desembargador José Luiz Leite Lindote. “Pra nós, é uma honra saber que há o reconhecimento do trabalho da desembargadora Antônia Siqueira, que é tão competente, tão séria, que chegou por merecimento ao desembargo. Também a nossa magistrada, doutora Anglizey, que é uma referência nacional na Vara de Recuperação Judicial e Falência, onde ela vem desempenhando um trabalho reconhecido, com solução de processos que tramitaram há mais de 20 anos. Então é uma alegria esse reconhecimento, uma honra participar desta sessão solene”, disse a vice-presidente.
 
Homenageada, a desembargadora Antônia Siqueira manifestou a alegria em receber a comenda. “É uma distinção enorme, um orgulho e uma imensa alegria pra mim, como cuiabana, como mato-grossense, receber esse gesto de generosidade do nosso deputado Max e da nossa sociedade. Levarei pra mim como um distintivo de imenso valor. Estou levando com muito orgulho e compartilho isso com todos que me são caros, especialmente com a minha família”, declarou.
 
Emocionada, Siqueira destacou que toda homenagem é fruto de trabalho desenvolvido com amor e dedicação. “Tudo é possível! Eu acho que é o maior estímulo pra gente ver o reconhecimento que nos faz cada dia mais nos dedicar. E tudo aquilo que você faz com amor não é sacrifício. Aquilo que você planta com dedicação e com amor, você colhe na mesma proporção. Eu estou colhendo agora e estou muito grata e emocionada”.
 
A juíza Anglizey Solivan classificou como uma felicidade e uma honra receber a comenda Filinto Müller da Assembleia Legislativa. “Representa o reconhecimento de um trabalho que vem sendo desenvolvido ao longo dos anos. É um momento muito importante, de muita emoção para nós, que trabalhamos no dia-a-dia e, de repente, somos presenteadas com uma comenda que representa um reconhecimento. São 25 anos de magistratura. Os últimos oito anos da minha carreira têm sido dedicados à área de recuperação judicial. Tivemos recentemente um curso importante dentro da Escola da Magistratura e todos os nossos esforços são exatamente para melhoria do sistema de justiça. Essa comenda traz uma alegria, um frescor, mais energia pra gente continuar trabalhando”, afirmou.
 
Autor das indicações da comenda concedida a empresários, advogados, magistradas e militares, o deputado Max Russi pontuou a importância da láurea. “A gente procurou homenagear algumas pessoas que têm contribuído com o nosso Estado, que tem contribuído com a nossa Capital, que tem feito, dentro das suas funções, um papel relevante. A Assembleia Legislativa tem entre seus atributos fazer esse reconhecimento público da Casa do povo mato-grossense”.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: no Plenário da Assembleia Legislativa, a desembargadora Antônia Siqueira e o deputado Max Russi posam para foto segurando o certificado da comenda Senador Filinto Müller. A magistrada usa o colar do mérito. Ambos sorriem posando para a foto. Foto 2: no Plenário da Assembleia Legislativa, a juíza Anglizey Solivan e o deputado Max Russi posam para foto segurando o certificado da comenda Senador Filinto Müller. A magistrada usa o colar do mérito. Ambos sorriem posando para a foto.
 
Celly Silva/Fotos: Marcos Lopes/ALMT
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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