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Desenvolvimento das videiras avança no Rio Grande do Sul, com variações entre cultivares

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Uvas em Caxias do Sul apresentam bom vigor e sanidade

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, as videiras na região administrativa de Caxias do Sul exibem bom desenvolvimento vegetativo, com uniformidade na brotação e número de cachos, especialmente na variedade Isabel.

O boletim destaca, porém, que a variedade Bordô teve seu desenvolvimento parcialmente interrompido devido a frio atípico para o período, o que exige atenção redobrada no manejo. Enquanto isso, os produtores seguem com os tratamentos fitossanitários para prevenção e controle de doenças.

Frederico Westphalen registra diferentes fases de crescimento

Na região de Frederico Westphalen, as variedades de uva apresentam estágios variados de desenvolvimento:

  • Vênus: grão ervilha ao início de compactação do cacho
  • Bordô: 25% de flores abertas a pleno florescimento
  • Niágara Rosada e Branca: 80% de flores abertas a grão ervilha
  • Seyve Villard: início do florescimento à frutificação
  • Carmem: florescimento à limpeza do cacho
  • Lorena: alongamento da inflorescência ao pleno florescimento

Os produtores realizam manejo da copa, eliminação de brotos, desponta, desfolha, adubação, monitoramento de doenças e amarração dos ramos para evitar quebras e garantir a qualidade dos cachos.

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Santa Rosa enfrenta desafios climáticos e doenças

Em Santa Rosa, algumas videiras ainda estão em floração, enquanto a maioria já apresenta bagas em desenvolvimento, chegando a 0,5 cm em variedades precoces.

O boletim também registrou casos de antracnose, provocados por chuvas frequentes e ventos fortes, reforçando a necessidade de monitoramento contínuo e manejo adequado das culturas para preservar a sanidade dos parreirais.

Panorama geral

O acompanhamento das diferentes fases de desenvolvimento das uvas no Rio Grande do Sul evidencia a necessidade de manejo adaptado a cada cultivar e região, considerando fatores climáticos, sanidade vegetal e cuidados específicos em cada estágio de crescimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Passo a passo para realizar a devida conservação de pescado em embarcações pesqueiras

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As novas orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) para a conservação adequada do pescado até chegar à indústria envolvem especificamente o congelamento de camarão e lagostim. Também incluem a secagem ou desidratação da bexiga natatória de peixes.

Congelamento de camarão e lagostim

O camarão e o lagostim poderão ser congelados a bordo, inclusive após retiradas as cabeças. O congelamento deve ser rápido e o pescado precisa passar de -0,5 °C a -5 °C em menos de duas horas, sendo considerado concluído apenas quando o centro do pescado atingir -18 °C.

Também pode ser utilizada solução criogênica para acelerar o congelamento, desde que sejam garantidas as condições de higiene e segurança. Após congelado, o produto deve permanecer na temperatura adequada ou em temperatura mais baixa durante o armazenamento.

Bexiga natatória

No caso da bexiga natatória, o cuidado começa logo após a retirada do peixe. O produto deve ser lavado, colocado em recipiente ou local adequado e mantido na temperatura indicada até o início da secagem ou desidratação. A secagem deve ser realizada em um espaço específico, limpo e higienizado, separado das demais atividades realizadas na embarcação. O processo pode ser feito com exposição à luz solar ou em estufas. As bexigas devem ficar organizadas sem sobreposição, para que a secagem aconteça de maneira uniforme. Após secas, devem ser armazenadas em local protegido da umidade e da sujeira.

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Controle e acompanhamento

As embarcações também devem manter registros das etapas realizadas e dos cuidados adotados durante a conservação do pescado. Esses registros ajudam a acompanhar o produto desde a origem e devem reunir informações como lote, espécie, origem, condições de conservação e destino da matéria-prima.

Entenda os principais pontos:
Bexiga natatória
: deve ser lavada, conservada adequadamente e seca em local específico e higienizado.
Secagem: pode ser feita ao sol ou em estufas, sem sobreposição das bexigas.
Camarão e lagostim: devem passar por congelamento rápido, seguindo o passo a passo estabelecido.
Temperatura: o congelamento deve chegar a -18 °C no centro do pescado, e essa condição deve ser mantida durante o armazenamento.
Controle: as etapas realizadas a bordo devem ser acompanhadas e registradas.
Acompanhamento: os registros devem identificar lote, espécie, origem, conservação e destinação da matéria-prima.

A Portaria MPA nº 742/2026 entrou em vigor na data de sua publicação e pode ser consultada no Diário Oficial da União.

Matheus Silveira 
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected] 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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