Educação

Dia E realizou mais de 34 mil procedimentos de saúde no Brasil

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Os Hospitais Universitários federais ligados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC), realizaram 34.290 procedimentos médicos em pacientes que aguardavam nas filas da regulação do Sistema Único de Saúde (SUS). O mutirão chamado de “Dia E – Ebserh em Ação” ocorreu no último sábado, 13 de setembro. A mobilização nacional foi idealizada pela estatal, em parceria com o Programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS). 

O número de atendimentos superou em 15% a expectativa de 29 mil procedimentos para a ação. Ao todo, foram realizadas 1.666 cirurgias, 4.043 consultas e 28.581 exames e procedimentos. Os números representam um aumento de 175% nos procedimentos realizados na primeira edição do mutirão, em 5 de julho. O terceiro Dia E já está previsto para dezembro, mês de aniversário dos 14 anos da Ebserh. 

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Mobilização nacional – Com foco em áreas prioritárias do programa Agora Tem Especialistas, como oncologia, ginecologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia, a iniciativa foi promovida nas cinco regiões do país. 

Para realizar os atendimentos, foram mobilizados mais de 4 mil médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e demais trabalhadores, além de mais de 900 estudantes, somando-se, assim, cerca de 5 mil profissionais para atender cada um dos pacientes que esperavam pelo serviço especializado. A ação ocorreu de forma simultânea em 24 estados e no Distrito Federal. 

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Dignidade e oportunidade – O Hospital Universitário de Brasília, da Universidade de Brasília (HUB-UnB/Ebserh), uma das unidades da Rede, recebeu a visita do presidente Lula durante a ação. Acompanhado do presidente da Ebserh, Arthur Chioro, e dos ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Educação, Camilo Santana, ele participou de uma transmissão on-line com os Hospitais Universitários localizados em Belo Horizonte (BH), Belém (PA), São Luís (MA), Goiânia (GO) e Curitiba (PR). Esses locais também contaram com as presenças de outros ministros, além de secretários e representantes do MS. 

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“O governo está trazendo dignidade, oportunidade para pessoas que esperam seis meses, até mais de um ano, para fazer um exame, uma cirurgia, uma consulta. São 45 Hospitais Universitários públicos do SUS. É a maior rede de hospitais públicos do Sul Global”, ressaltou o ministro da Educação, Camilo Santana. 

13/09/2025 - Dia E - MEC e Ebserh em Ação: Mutirão Nacional para redução do tempo de espera do SUS. Fotos: Bruna Araújo/MEC

“Foram anos para construir a possibilidade de a gente fazer com que toda população tenha direito a especialistas. É um milagre que está acontecendo neste país para fazer com que todo mundo seja tratado em igualdade de condições”, afirmou o presidente Lula. “É um compromisso dos Hospitais Universitários, do MEC, com o Ministério da Saúde, para que essa pauta prioritária do povo brasileiro possa ser encontrada. Assumimos o compromisso de não apenas realizar três grandes mutirões, mas de aumentar a produção cirúrgica nos Hospitais Universitários em 40%”, completou o presidente da Ebserh, Arthur Chioro. 

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o grande diferencial do mutirão. “É o maior mutirão nacional feito na história do SUS não só pela quantidade, mas também pela diversidade. Estamos falando de centenas de tipos de cirurgias, inclusive de cirurgias complexas, além de exames como tomografia, ressonância, ultrassonografia”, disse. 

Sobre a Ebserh – Vinculada ao MEC, a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 Hospitais Universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do SUS ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Ebserh 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Carteira Nacional Docente do Brasil: saiba como emitir o documento

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Professores das redes pública e privada de ensino de todo o país que ainda não emitiram a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) podem solicitar gratuitamente o documento digital, que visa reconhecer oficialmente os profissionais do magistério e ampliar o acesso às políticas de valorização da carreira docente. Desde outubro de 2025, quando a emissão foi disponibilizada, já foram expedidas 860 mil carteiras.  

Com validade de dez anos em todo o território nacional, a CNDB integra o programa Mais Professores para o Brasil e reúne, em um único documento, a identificação profissional do docente e o acesso a benefícios exclusivos oferecidos pelo programa e por instituições parceiras, como descontos em atividades culturais e educacionais. 

Podem solicitar a CNDB professores em exercício com vínculo ativo em instituições de ensino reconhecidas, públicas ou privadas, da educação infantil ao ensino superior. Para emitir a carteira, é necessário possuir CPF regular junto à Receita Federal e cadastro ativo no e-Social realizado pela instituição empregadora. 

O documento funciona como identificação oficial, conferindo mais praticidade e segurança aos profissionais da educação. 

Como emitir a CNDB: 

A emissão é simples, gratuita e realizada de forma totalmente digital.  

  • O professor deve acessar a plataforma oficial do programa Mais Professores, utilizando uma conta Gov.br
  • Após o login, o sistema verifica automaticamente os critérios de elegibilidade, além de apresentar os dados cadastrais e o vínculo com a instituição de ensino. 
  • Em seguida, basta conferir as informações, preencher os dados de contato, tirar uma fotografia na própria plataforma e concluir a solicitação.    
  • Depois da validação, a versão digital da carteira fica disponível para acesso. 
  • Após a emissão da versão digital da CNDB, os solicitantes receberão a versão física em até 90 dias. 
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Caso seja identificada alguma divergência nas informações profissionais, o docente deverá solicitar a atualização dos dados junto à instituição de ensino onde mantém vínculo antes de concluir o processo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE) 

Fonte: Ministério da Educação

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