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Doença Respiratória Bovina: prevenção e tratamento são essenciais para manter o desempenho do rebanho

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Impactos da DRB no rebanho

A DRB apresenta origem multifatorial, resultado da combinação entre fatores de manejo, condições ambientais, imunidade dos animais e diversos agentes bacterianos. Estudos indicam que a doença é uma das principais causas de mortalidade em bovinos jovens e é a enfermidade de maior letalidade em confinamentos de corte.

Além da mortalidade, a DRB provoca redução do ganho de peso diário, piora na conversão alimentar e pode gerar penalidades na carcaça no momento do abate, afetando diretamente a rentabilidade da produção.

Fatores que aumentam o risco

O estresse é um dos principais fatores predisponentes à DRB. Situações como transporte longo com restrição de água e alimento, formação de novos lotes, mistura de animais de diferentes origens e mudanças na dieta podem aumentar a vulnerabilidade do rebanho. A acidose metabólica, por exemplo, deixa bovinos recém-confinados mais suscetíveis à doença.

Segundo Marcos Malacco, gerente de serviços veterinários da Ceva Saúde Animal:

“A DRB ocorre devido ao desequilíbrio das defesas naturais das vias respiratórias superiores, favorecendo a proliferação de bactérias que migram para os pulmões. A multiplicação bacteriana provoca intensa inflamação, podendo levar o animal à morte rapidamente.”

Sintomas e necessidade de intervenção imediata

Os principais sinais da doença incluem:

  • Corrimento nasal
  • Tosse e espirros
  • Lacrimejamento
  • Depressão (cabeça baixa, olhar perdido)
  • Cansaço e relutância em se movimentar
  • Desidratação (olhos fundos)
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Animais com suspeita de DRB devem receber tratamento imediato, combinando antibióticos e anti-inflamatórios potentes por pelo menos três dias, para controlar a infecção e reduzir a inflamação, prevenindo morte e perdas de desempenho.

Solução inovadora: Zeleris®

A Ceva Saúde Animal desenvolveu o Zeleris®, um produto que combina florfenicol (eficaz contra os principais patógenos bacterianos da DRB) e meloxicam (anti-inflamatório não esteroidal que proporciona rápido alívio e conforto ao animal).

Principais vantagens:

  • Aplicação única subcutânea, com ação antibiótica e anti-inflamatória por até três dias
  • Alta seringabilidade, facilitando a retirada do frasco e aplicação nos animais
  • Disponível nos frascos Clas®, ergonômicos, resistentes e com menor impacto ambiental
  • Redução do estresse para os bovinos e economia de tempo para o produtor

Segundo Malacco, a administração em dose única combina eficiência, segurança e praticidade, promovendo bem-estar animal e melhores resultados zootécnicos e econômicos para o produtor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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