Mato Grosso

Dois homens são presos pela Polícia Militar por tráfico de drogas em Barra do Garças

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Policiais militares do 2º Batalhão prenderam, na noite deste sábado (8.11), dois homens suspeitos de tráfico ilícito de drogas em Barra do Garças (520 km de Cuiabá). Em um dos locais, as equipes também encontraram duas crianças, de 7 e 9 anos, que ficaram sob os cuidados da avó.

Durante o desdobramento da Operação Tolerância Zero, no bairro Santo Antônio, os militares abordaram o condutor de uma motocicleta Honda CB 300, que trafegava em alta velocidade ao sair de um posto de combustível, em atitude suspeita.

Na revista pessoal, os policiais encontraram quatro porções de substância análoga à cocaína, cinco aparelhos celulares, R$ 1.593 em espécie e quatro carregadores, todos de origem ilícita. O veículo também apresentava licenciamento vencido desde 2022. Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Em outra ação, durante rondas pelo bairro Dermat, as equipes flagraram um homem saindo de uma residência apontada como ponto de tráfico de drogas. Ao perceber a aproximação policial, ele tentou fugir pelos fundos do imóvel, mas foi detido logo em seguida.

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No interior da casa, os militares identificaram forte odor de maconha e encontraram dois meninos, filhos do suspeito, que foram entregues à avó. No local, foram apreendidas porções de entorpecentes, R$ 54 em espécie e diversos materiais utilizados para preparo e embalagem da droga. O homem também foi conduzido à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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