Mato Grosso

Dois moradores de Cuiabá foram premiados com R$ 100 mil em sorteio do Nota MT

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O Nota MT, programa do Governo de Mato Grosso, realizou nesta quinta-feira (13.2), em Rondonópolis, o sorteio referente ao mês de janeiro de 2025. Foram distribuídos R$ 900 mil em prêmios para consumidores cadastrados que pedem o CPF na nota.

Este foi o 81º sorteio desde o início do programa, contemplando 1.010 ganhadores e gerou mais de 3,9 milhões de bilhetes. Entre os prêmios, os maiores valores de R$ 100 mil foram para moradores de Cuiabá.

Outros três prêmios de R$ 50 mil foram destinados a consumidores de Várzea Grande, Primavera do Leste e Luciara. Já os cinco prêmios de R$ 10 mil contemplaram moradores de Cuiabá e Cotriguaçu. Além disso, mil consumidores ganharam prêmios de R$ 500.

Para participar, é simples: basta se cadastrar no Nota MT pelo site (www.nota.mt.gov.br), ou aplicativo, e incluir o CPF na nota em todas as compras.

Atenção aos golpes

A Sefaz alerta sobre golpes envolvendo o nome do programa Nota MT. Criminosos têm se passado por servidores da secretaria e exigido pagamentos para liberar os prêmios. É importante lembrar que o pagamento da premiação é feito diretamente na conta bancária do ganhador, sem qualquer cobrança. O resultado do sorteio pode ser conferido exclusivamente pelo site ou aplicativo oficial do Nota MT.

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Caso identifique alguma atividade suspeita, o cidadão deve denunciá-la pela ouvidoria da Sefaz e registrar um boletim de ocorrência, seja presencialmente ou pela Delegacia Virtual. Essas ações reforçam a segurança e confiabilidade do programa, que continua promovendo benefícios para consumidores e instituições sociais em todo o estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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