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Dólar inicia semana estável em meio a feriado nos EUA e expectativa por dados econômicos

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O dólar à vista registrou pequena oscilação nesta segunda-feira (1º), influenciado pelo baixo volume de negociações devido ao feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, que manteve os mercados norte-americanos fechados. Às 9h41, a moeda norte-americana caía 0,05%, cotada a R$ 5,4198 na venda.

Na B3, o contrato futuro de dólar com vencimento mais próximo recuava 0,10%, sendo negociado a R$ 5,461. A baixa volatilidade reflete a ausência de referência internacional, já que investidores optaram por adotar cautela diante do cenário externo.

PIB brasileiro será destaque da semana

No cenário doméstico, o principal evento da semana será a divulgação, nesta terça-feira (2), dos dados do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre. Segundo pesquisa da Reuters, economistas projetam uma desaceleração do crescimento para 0,3% frente ao trimestre anterior, após expansão de 1,4% nos primeiros três meses do ano.

Os números ganham relevância em um contexto de política monetária restritiva, com o Banco Central mantendo a taxa Selic em 15% ao ano para tentar controlar a inflação e trazê-la à meta de 3%.

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Expectativas para o relatório de emprego nos EUA

Nos Estados Unidos, a atenção dos investidores estará voltada para sexta-feira (6), quando será divulgado o relatório de emprego referente a agosto. O documento é considerado um dos principais indicadores para orientar as decisões do Federal Reserve sobre a taxa de juros.

Atualmente, operadores do mercado precificam em 98% a chance de corte de 0,25 ponto percentual já na reunião deste mês. O índice do dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas, recuava 0,14%, a 97,699.

Relações comerciais e cenário político entram no radar

Além dos dados econômicos, investidores acompanham possíveis novidades sobre as negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. O governo brasileiro busca diálogo para rever a tarifa de 50% imposta por Washington sobre determinados produtos nacionais.

O ambiente político também pode impactar os mercados nesta semana. O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe de Estado — fator que tem alimentado tensões nas relações diplomáticas entre os dois países.

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Projeções para inflação recuam, aponta Focus

Mais cedo, a pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central, mostrou revisão para baixo das estimativas de inflação. O IPCA projetado para 2025 caiu de 4,86% para 4,85%, enquanto a estimativa para 2026 recuou de 4,33% para 4,31%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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