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Edipo Araujo participa da posse do chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, representou o MPA na posse do novo chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, que fica em Palmas, no Tocantins. A cerimônia foi realizada na Assembleia Legislativa do estado, com a presença de autoridades e representantes dos setores pesqueiro e aquícola.  

 Em seu discurso, Edipo Araujo falou sobre o importante papel da Embrapa na construção de conhecimento. “É aqui que o conhecimento se transforma em soluções concretas, garantindo que os resultados cheguem à ponta, ao pescador, ao aquicultor, à família que depende dessa atividade para viver.”   

 O novo chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, Roberto Flores, falou sobre o quanto o Brasil investe na agropecuária, incluindo os setores pesqueiro e aquícola. “Quando eu estava nos Estados Unidos, as pessoas sempre me perguntavam como nós conseguimos desenvolver o agro e produzir alimento para um quarto da população mundial. Nós sabemos hoje que o segredo é muita tecnologia, muito trabalho, muito estudo”, afirmou.  

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 Parceria entre Embrapa e MPA  

 O MPA e a Embrapa são parceiros em diferentes projetos, nas diversas sedes da empresa. Juntos, esses projetos somam mais de R$ 8,5 milhões investidos pelo Ministério.  

 Apenas com a Embrapa Pesca e Aquicultura, são mais de R$ 2 milhões, concedidos por meio de Termo de Execução Descentralizada (TED). O objetivo de fortalecer a cadeia produtiva por meio da transferência de tecnologias.  

 O ministro Edipo Araujo destacou a relevância da parceria entre o MPA e a Embrapa. “Este evento simboliza mais do que uma mudança de gestão. Ele representa a continuidade e o fortalecimento de uma parceria estratégica entre o Estado brasileiro, a ciência e o setor produtivo”, declarou.  

 Roberto Flores também falou sobre a importância do alinhamento da instituição com o Ministério. “Estamos nos aproximando mais do MPA, não só na nossa Embrapa, como em outras. É muito simbólico ter o ministro Edipo aqui hoje, porque nós temos o mesmo sobrenome: Pesca e Aquicultura. Juntos temos que criar a base para que possamos crescer na mesma direção”, ressaltou.  

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 Pesca e Aquicultura no Tocantins  

 O Tocantins conta, atualmente, com mais de 8 mil pescadores registrados. O estado também tem 49 contratos de cessão de águas da União vigentes, com 733,23 hectares cedidos e capacidade de produção de pescado de 106,3 mil kg/ano, gerando 1,33 mil empregos.  

 Além dos investimentos feitos na Embrapa, o MPA também desenvolve outros projetos no estado, como a realização de outros 19 projetos de pesquisa voltados à melhoria da produção, manejo sustentável e agregação de valor e o Programa Povos da Pesca Artesanal 

 Visita técnica – Na parte da tarde, o ministro conheceu a sede da Embrapa Pesca e Aquicultura. Ele visitou os viveiros e as instalações do centro de pesquisa da instituição. Além disso, conversou com pesquisadores e acompanhou o desenvolvimento dos projetos em andamento. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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