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Em evento na SESCONSP ministro discute fim da escala 6×1

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu nesta sexta-feira (13) durante reunião com representantes do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo (Sescon-SP), o fim da escala 6×1. Para o ministro, é preciso criar um ambiente de evolução que leve à satisfação no ambiente de trabalho. “O trabalhador feliz melhora a qualidade e a produtividade, diminui o absenteísmo e reduz o impacto de doenças mentais”, avaliou.

Luiz Marinho ressaltou que o governo é favorável à redução imediata da jornada de 44 para 40 horas semanais e reiterou o apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221/2023, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) que prevê uma redução inicial de quatro horas, seguida de novas diminuições graduais ao longo dos próximos anos. “O governo entende que não caberia ir imediatamente para 36 horas. Se o Congresso quiser discutir, recomendamos cautela, com base em análises técnicas e planejamento para, ao longo do tempo, chegar a 36”, afirmou.

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Outro ponto no debate com as entidades foi a regulamentação do trabalho de motoristas de aplicativos. Segundo o ministro, as empresas estariam “abusando dos trabalhadores” em razão da falta de regulação, o que resulta na ausência de direitos mínimos garantidos e de transparência nos modelos de negócio.

A implementação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do gerenciamento de riscos ocupacionais e obriga a partir de 26 de maio as empresas a avaliar riscos psicossociais à gestão de saúde e segurança no ambiente laboral, também foi alvo de debate. “Dei a tarefa ao presidente Paulo Skaf e à CNI de conversar com federações e confederações empresariais, trabalhadores, centrais sindicais e confederações sobre a atualização da Norma”, afirmou Luiz Marinho, destacando a importância do diálogo tripartite entre governo, empregadores e trabalhadores.

Na agenda, Luiz Marinho também conversou com representantes do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), quando discutiu a eliminação de jornadas de trabalho exaustivas no setor e reiterou a importância do fim da escala 6×1.

Acompanharam a agenda do ministro em S]ao Paulo o gerente de projetos da Fundacentro, Ciomar Okabayashi, o superintendente regional do Trabalho em SP, Marcus Alves de Mello, e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Moisés Selerges.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MME abre consulta pública sobre metas do RenovaBio para o período de 2027 a 2036

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta terça-feira (15/9), a Consulta Pública nº 232/2026, para receber contribuições sobre as metas anuais de redução de emissões de gases de efeito estufa do RenovaBio para o período de 2027 a 2036. A consulta ficará aberta por 45 dias e integra o oitavo ciclo de definição das metas da Política Nacional de Biocombustíveis.

A proposta prevê uma trajetória de descarbonização do setor de combustíveis que poderá alcançar, em 2036, redução de 12,1% da intensidade de carbono na matriz de combustíveis brasileira em relação ao nível registrado em 2018. As metas orientam o mercado de Créditos de Descarbonização (CBIOs) e reforçam o papel dos biocombustíveis na transição para uma matriz energética de menor intensidade de carbono.

Para subsidiar as contribuições da sociedade, o MME disponibilizou o Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR), as modelagens utilizadas para a construção das metas, planilhas e memórias de cálculo, a estimativa de emissão de CBIOs para 2027 e a proposta de metas para o decênio. A análise considera fatores como oferta de combustíveis, previsibilidade do mercado de CBIOs, equilíbrio do programa e proteção dos interesses do consumidor.
As contribuições podem ser enviadas até 29 de outubro pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

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Entenda os ciclos do RenovaBio
As metas nacionais do RenovaBio são estabelecidas para períodos de dez anos e atualizadas em ciclos sucessivos, permitindo incorporar novas projeções sobre o mercado de combustíveis, a oferta de biocombustíveis e a evolução da intensidade de carbono na matriz energética do país.

A partir das metas nacionais, são definidas anualmente metas individuais para os distribuidores de combustíveis, considerando a participação de cada empresa no mercado de combustíveis fósseis. O cumprimento ocorre por meio da aquisição e aposentadoria de CBIOs, sendo que cada crédito corresponde a uma tonelada de dióxido de carbono equivalente evitada. 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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