Mato Grosso

Empaer investe na melhoria do atendimento aos produtores da agricultura familiar de MT

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A Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) passa por um processo de reestruturação com o objetivo de melhorar o atendimento aos agricultores familiares de Mato Grosso. A iniciativa tem o objetivo de fortalecer as ações para esses produtores e garantir maior presença técnica no campo.

Segundo a Empaer, a reestruturação busca corrigir distorções históricas na empresa, como o excesso de funcionários na sede, manutenção de centros de pesquisa com baixa eficiência ou nenhuma produtividade e laboratórios inativos com alto custo de manutenção e baixos resultados.

Para tornar os serviços ainda mais eficazes, a Empaer investiu em reformas de escritórios, aquisição de novos veículos, uniformes, equipamentos de proteção individual (EPIs) e mobiliário. Também está sendo feito o remanejamento de servidores da sede para atividades em campo. O objetivo dessa medida é ampliar a assistência técnica direta aos agricultores familiares.

O presidente da Empaer, Suelme Fernandes, afirmou que o compromisso da gestão atual é com os servidores da empresa e os agricultores familiares.

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“Ao contrário do que se fala, não há sucateamento da Empaer. Capitaneados pelo vice-governador Otaviano Pivetta, temos o desafio de reestruturar a empresa para garantir um melhor atendimento para o pequeno produtor. O nosso foco é atuar com racionalidade nos recursos públicos e entregar resultados à população. A verdade é que a Empaer nunca esteve tão próxima de ser devolvida ao povo mato-grossense como uma empresa pública moderna, técnica, eficiente e comprometida com o desenvolvimento das pequenas propriedades de Mato Grosso”, defendeu Suelme.

Desde 2019, o Governo de Mato Grosso já investiu R$ 720 milhões na agricultura familiar e entregou mais de 1,4 mil máquinas para auxiliar os produtores.

Integração

Além disso, em atuação integrada com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a Empaer tem realizado a distribuição de diversos insumos e equipamentos, como mudas, doses de sêmen e embriões bovinos, novilhas prenhes, calcário, caixas de abelha, kits de apicultura, ordenhadeiras, resfriadores de leite e kits de irrigação, além de projetos de extensão e assistência técnica rural para melhorar a produtividade.

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Nos próximos meses, Empaer e Seaf executarão mais de R$ 600 milhões em ações e programas, como MT Produtivo e o Fundo de Apoio à Agricultura Familiar (FUNDAAF), com participação direta dos técnicos da empresa.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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