Cuiabá

Empresa Cuiabana realiza pagamento de piso salarial nesta quinta-feira (25) para 240 enfermeiros e 636 técnicos em enfermagem

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A Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) encaminhou nesta quinta-feira (25) a ordem de pagamento ao banco para pagar o piso salarial dos técnicos de enfermagem e enfermeiros da empresa pública. 

O pagamento é feito tão logo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recebe os valores transferidos do Ministério da Saúde e repassa à Empresa Cuiabana. A Lei nº 14.434/2022 instituiu o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos em enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. 

Ao todo, foi pago R$ 897.212.02 para 240 enfermeiros e 636 técnicos em enfermagem que estão no quadro da Empresa Cuiabana de Saúde Pública. Mediante o prazo exigido para o processamento dos dados, a previsão é de que o salário esteja nas contas dos servidores no dia  26 de abril, sexta-feira.

O auxílio financeiro complementar enviado pela União aos entes subnacionais para pagamento do piso é feito com base na diferença entre a soma, paga atualmente aos profissionais, e o valor estabelecido em lei para o piso.

De acordo com o diretor-presidente da ECSP, Giovani Koch, o pagamento mostra o compromisso da gestão Emanuel Pinheiro com os servidores da Saúde. 

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“Firmamos o compromisso de estabelecer uma gestão amparada na responsabilidade fiscal e no cuidado com a coisa pública, ao mesmo tempo em que mantemos os direitos conquistados por esses servidores que são essenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou. 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Comissão Especial da Câmara protocola pedido para acompanhar investigação de suposto caso de assédio

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Camile Souza | SECOM Câmara Municipal de Cuiabá 
A Comissão Especial da Câmara Municipal de Cuiabá, que apura o suposto caso de assédio envolvendo um ex-secretário municipal, protocolou, na tarde desta sexta-feira (13), na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, pedido formal de acompanhamento das investigações.
O colegiado é presidido pela vereadora Dra. Mara (Podemos) e tem como membros as vereadoras Michelly Alencar (União Brasil) e Maria Avalone (PSDB). A comissão foi aprovada em plenário na última terça-feira (10), com 22 votos favoráveis.
Autora do pedido e presidente da comissão, Dra. Mara reforçou que a iniciativa representa uma resposta institucional diante da gravidade do caso.
“A gente vai fazer disso um grande carro-chefe de demonstração contra o assédio sexual, e hoje é só o primeiro passo dessa comissão. Nós estamos aqui protocolando um requerimento para acompanhamento de todas as oitivas, um acompanhamento juntamente com todos os atos que a Polícia Judiciária Civil vai tomar aqui na delegacia da mulher. E lembrando que a gente fez isso logo de imediato aqui, na sexta-feira, por causa do carnaval.  No retorno, na próxima quinta-feira (19), começaremos os trabalhos,” afirma Mara.
A vice-presidente da comissão, vereadora Michelly Alencar (União Brasil), destacou que a atuação ocorre dentro dos ritos legais e com a cautela necessária.
“Hoje é um dia muito importante. A primeira Comissão Especial de Acompanhamento de um caso como esse é a resposta que a Câmara dá porque nós precisávamos fazer algo, mas algo que estivesse dentro daquilo que é legal, seguindo os ritos necessários para um caso como esse. Assédio sexual não deve ser investigado dentro de uma CPI, como foi proposto. É um caso que nós não podemos revitimizar essa vítima, então o ideal seria uma Comissão Especial de Acompanhamento, e por isso, assim que a comissão teve os membros estabelecidos, nós já fizemos a nossa primeira ação, que foi estar aqui na delegacia.”
A presidente da Comissão Permanente da Mulher, vereadora Maria Avalone (PSDB), também ressaltou a importância da participação no acompanhamento do caso.
“Eu não poderia deixar de participar dessa comissão. Nós estamos aqui, na delegacia da mulher, para solicitar o acompanhamento do processo.”
A presidente da Câmara, vereadora Paula Calil (PL), reforçou que o Legislativo cumpre seu papel institucional ao acompanhar os desdobramentos por meio da comissão especial.
“Nós, enquanto Câmara, estamos aqui acompanhando e iremos dar todo o suporte para que essa Comissão Especial cumpra o seu papel. Nós queremos dar uma resposta a essa suposta vítima e nós queremos que tudo isso seja esclarecido. Casos como esse não podem acontecer nem na administração pública, nem na iniciativa privada. Nós precisamos eliminar o assédio sexual, o assédio moral. Esse é o nosso papel, trazer, falar, acompanhar, apurar os fatos,” destacou a presidente.
A delegada titular da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, Judá Maali, informou que a instituição já recebeu o documento entregue pelas vereadoras e que a solicitação está em análise.
“A Polícia Civil recebeu, por meio desta comissão, um requerimento solicitando informações sobre o boletim de ocorrência registrado por assédio sexual, bem como esclarecimentos acerca do procedimento policial instaurado. O pedido está sendo devidamente analisado e a resposta será encaminhada nos próximos dias”, afirmou a delegada.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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