Mato Grosso

Escola de Governo oferta 300 vagas para o curso Saúde Mental na Administração Pública

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, abriu nesta segunda-feira (7.7) as inscrições para a capacitação intitulada “Saúde Mental na Administração Pública”. São 300 vagas exclusivas para servidores públicos estaduais.

As inscrições devem ser feitas até 27 de julho. O curso será ofertado na modalidade de ensino a distância (EaD).

O treinamento vai capacitar os servidores públicos para reconhecer fatores que impactam a saúde mental, oferecendo ferramentas para lidar com as causas de adoecimento psíquico dentro do ambiente de trabalho, além de proporcionar estratégias de intervenção e suporte.

A gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da Seplag, Sandra Silvério, destaca que a iniciativa busca a promoção do bem-estar dos servidores, contribuindo também para melhorar o desempenho e a qualidade dos serviços prestados à sociedade.

“Um curso de saúde mental é fundamental para promover o bem-estar no trabalho, prevenir afastamentos em decorrência de doenças do trabalho, reduzir o absenteísmo e fortalecer relações saudáveis por meio da inteligência emocional”, explica.

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Segundo ela, o curso está alinhado à Política Estadual de Saúde e Segurança do Trabalho, bem como às demais políticas públicas e normas constitucionais voltadas à saúde do trabalhador.

A servidora pública do Gabinete de Gestão Hospitalar da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Sueli Queiroz, participou da última edição do curso e ressalta a relevância da formação para refletir sobre práticas de autocuidado.

“O curso de saúde mental me ajudou a pensar em autocuidado, tópico que eu não estava dando muita importância”, afirma a servidora, acrescentando que a aprendizagem adquirida refletiu positivamente também em outros campos da sua vida.

O curso está estruturado em quatro módulos: introdução à saúde mental no trabalho, impactos à saúde mental, estratégias de intervenção, suporte e autocuidado e construção de uma cultura organizacional de suporte à saúde mental.

Os participantes que cumprirem os requisitos, como frequência e atividade, receberão certificado de 20 horas-aula.

Para se inscrever e obter mais informações, clique neste link.

*Com supervisão de Inácio de Paula

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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