Mato Grosso

Escola de Saúde Pública realiza formação em mídias sociais para profissionais do SUS

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da Escola de Saúde Pública de Mato Grosso (ESP-MT), promoverá uma curso online em mídias sociais para profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação ocorrerá nesta quinta-feira (22.08), às 9h, e será transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da ESP.

O evento visa capacitar os profissionais da saúde em Mato Grosso a utilizarem as mídias sociais de maneira estratégica, ampliando o alcance de informações oficiais e fortalecendo o engajamento da população em conteúdos confiáveis.

A qualificação tem uma carga horária de 4 horas e as inscrições podem ser realizadas por meio do Sistema de Gestão Acadêmico (SGA). Para receber o certificado de participação, os interessados devem se inscrever por meio deste link.

A diretora da ESP, Silvia Tomaz, destacou a importância da formação como uma ferramenta crucial para a comunicação e a educação permanente em saúde.

“A qualificação em mídias sociais é uma oportunidade de aprimoramento para os profissionais do SUS em Mato Grosso. As mídias sociais podem ser usadas para informar e educar a população, permitindo que os profissionais explorem e apliquem novas técnicas de comunicação. Isso amplia o alcance das informações de saúde, contribuindo para uma população mais bem informada através de fontes confiáveis”, frisou.

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Durante a formação, serão abordados temas como os diferentes tipos de mídias e a forma eficaz de utilizá-las nos processos de trabalho em saúde. Além disso, será discutida a identificação das mídias mais adequadas e a compreensão de como utilizá-las de maneira eficiente na comunicação em saúde.

A diretora ainda evidenciou o pioneirismo do EduCumunicaSUS, desenvolvido pela equipe de comunicação da ESP.

“O EduComunicaSUS é um marco na consolidação sobre a forma como as ações de saúde são divulgadas, é um plano de comunicação pioneiro. Ele não apenas facilita a disseminação de informações, mas também promove a comunicação crítica e participativa, o que possibilita aos profissionais de saúde desenvolverem conhecimentos, mas também habilidades, e se engajarem na qualificação da população. E garantindo a diversidade cultural e os valores locais, para que as mensagens sejam adequadas e significativas para todos os envolvidos”, finalizou.

Entre os palestrantes, estão especialistas em comunicação e saúde, como: Marcele Paim, publicitária e Doutora em Saúde Coletiva; Bruno de Andrade e Silva, jornalista e Mestre em Relações Interculturais; Bruno Olivatto, pedagogo e Doutor em Educação e Aluízio Silva Júnior, jornalista e Doutor em Informação e Comunicação em Saúde e Centros de Estudos das Migrações e Relações Interculturais.

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A Escola de Saúde Pública também realizará dias 24, 25 e 26 de setembro a formação “Mídias Sociais e EducamunicaSUS para a promoção da saúde”. Com carga horária de 30 horas, o curso será voltado para os trabalhadores do SUS de Mato Grosso, com o objetivo de qualificar os profissionais no uso estratégico da comunicação em mídias sociais, visando a promoção da saúde em seus territórios.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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