Tribunal de Justiça de MT

Estudantes da Unic Pantanal visitam as instalações do Tribunal de Justiça

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso recebeu, na terça-feira (23), a visita de 25 estudantes do 9º e 10º semestres, do Curso de Direito da Universidade de Cuiabá (Unic) Campus Pantanal. A iniciativa faz parte do Projeto Nosso Judiciário, que tem como objetivo fortalecer o vínculo da instituição e a sociedade, além de orientar os estudantes sobre as possibilidades que a carreira jurídica oferece.
 
Os acadêmicos conheceram as instalações da sede da Justiça e acompanharam a sessão híbrida da Primeira Câmara de Direito Privado, presidida pelo desembargador João Ferreira Filho. Os futuros advogados também foram recepcionados pelo desembargador Rondon Bassil Dower Filho, no espaço Memorial do Judiciário mato-grossense. O desembargador explicou sobre a composição do Poder Judiciário, como as câmaras de julgamento funcionam e incentivou a todos a continuarem sempre no caminho dos estudos.
 
“A ideia de apresentar aos futuros profissionais do Direito como o Judiciário funciona é muito boa. Proporcionar essa experiência anterior ao mercado de trabalho propriamente dito é uma oportunidade de diminuir a insegurança desses estudantes em relação ao trabalho profissional”, disse o desembargador.
 
A professora Tarsila de Souza é responsável por ministrar aulas na graduação e também no estágio do curso, e foi a docente que acompanhou os estudantes durante a visita guiada ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Tarsila elogiou o projeto desenvolvido pelo Judiciário mato-grossense.
 
“Trago várias turmas de estudantes ao Tribunal de Justiça para fazer a visita à Corte Estadual e têm um aproveitamento muito grande, porque saem um pouco da teoria e conseguem ver a prática. Para muitos, essa é a primeira vez que visitam e conhecem o funcionamento do Tribunal, e isso é muito importante para que saiam da universidade e tenham uma noção de como é o cotidiano jurídico”, explicou a docente.
 
Para a estudante Michele da Silva Miranda Souza, a visita amplia horizontes sobre as possibilidades que o mercado de trabalho jurídico oferece. “Recebi com muita alegria e bastante honra ter essa oportunidade de estar aqui e ter essa ambiência nesse que pode ser o nosso futuro local de trabalho. Isso foi muito gratificante. A visita amplia os nossos horizontes sobre as nossas possibilidades de atuação, de quão amplo é o nosso campo de trabalho”, falou a estudante.
 
Descobrir como é o funcionamento do segundo grau foi esclarecedor para o acadêmico Ademir Arruda. “É muito gratificante poder conhecer as dependências do Palácio e também como funciona esse órgão de segundo grau. Além de entender melhor como funciona cada uma das câmaras, ponto brilhantemente explicado pelo desembargador Rondon Bassil Dower Filho”, disse Ademir.
 
Já para Breno Saturnino do Nascimento Filho é a segunda oportunidade de participar do projeto Nosso Judiciário. Nos semestres iniciais da graduação participou de uma visita e retorna agora ao Tribunal de Justiça e já percebeu que o funcionamento da Justiça está mais moderno.  “Dessa vez tive a oportunidade de acompanhar uma sessão híbrida. Da outra vez que estive aqui o sistema de teletrabalho não havia sido instituído e ver que o Judiciário tem se adaptado às novas realidade é muito bom”, explicou Breno.
 
Ao término da visita, cada estudante recebeu um exemplar do Glossário Jurídico desenvolvido pelos analistas do TJMT e revisado por desembargadores. A publicação simplifica termos que são vistos como complexos por grande parte da população, mas que são essenciais no cotidiano jurídico.
 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Estudantes e desembargador estão em pé no espaço Memorial do Judiciário Mato-grossense. O espaço é uma sala com móveis e documentos que fizeram parte da Corte Estadual. O desembargador Rondon Bassil Dower Filho está à frente, em pé, tem pele clara, cabelos brancos, bigode e cavanhaque brancos, usa camisa azul claro e calça off White.
 
Laura Meireles/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Comarca de Aripuanã abre seleção para processo seletivo de Psicologia

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A Comarca de Aripuanã abriu processo seletivo para credenciamento de profissional da área de Psicologia. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente por e-mail entre os dias 4 e 22 de maio de 2026. Acesse o Edital N. 08/2026/DF com todas as informações.

O edital prevê a formação de cadastro de reserva, com possibilidade de convocação conforme a demanda da unidade judiciária.

Podem participar profissionais com formação superior em Psicologia, registro no respectivo conselho de classe e que atendam aos demais requisitos estabelecidos no edital, como idade mínima de 21 anos, ausência de antecedentes criminais e regularidade profissional.

A seleção será realizada por meio de análise documental, considerando critérios como experiência profissional, tempo de serviço público e formação acadêmica. A pontuação máxima é de 10 pontos, com classificação conforme desempenho dos candidatos.

Os interessados devem encaminhar a documentação exigida em formato PDF para o e-mail [email protected]. Não será cobrada taxa de inscrição e será aceita apenas uma inscrição por candidato.

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O credenciamento terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período.

Como participar

Para se inscrever, o candidato deve preencher os formulários disponíveis no edital e enviar toda a documentação exigida dentro do prazo. É de responsabilidade do participante acompanhar as publicações e comunicados oficiais no Diário da Justiça Eletrônico.

Prazo e etapas

Após o período de inscrições, haverá análise dos documentos e divulgação dos candidatos habilitados. O resultado será publicado no Diário da Justiça Eletrônico, com possibilidade de recurso no prazo de dois dias após a publicação final.

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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