Tribunal de Justiça de MT

Estudantes de Direito da UNIFACC conhecem Tribunal de Justiça por meio do projeto Nosso Judiciário

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No Plenário, a desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos está em pé, usando toga, falando com os estudantes de Direito da Unifacc, que estão sentados na plateia.Acadêmicos do 6º semestre de Direito da União das Faculdades Católicas de Mato Grosso (UNIFACC) conheceram o Tribunal de Justiça de Mato Grosso nessa quarta-feira (27), por meio do projeto Nosso Judiciário, onde é possível fazer uma visita guiada ao Palácio da Justiça, assistir à uma sessão de julgamento da segunda instância, participar de um bate-papo com um magistrado e ser presenteado com a versão impressa do Glossário Jurídico.

Na oportunidade, os estudantes acompanharam a sessão da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo, composta pelos desembargadores Maria Erotides Kneip, Helena Maria Bezerra Ramos e Rodrigo Roberto Curvo. Além disso, no Espaço Memória, onde está preservado o antigo gabinete da Presidência e o antigo Plenário, e onde está exposto um rico acervo histórico de processos marcantes desses mais de 150 anos de história do Judiciário mato-grossense, os futuros operadores do Direito puderam conhecer um pouco mais sobre o exercício da magistratura, por meio de um bate-papo com a juíza Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima, do Núcleo de Justiça do Juiz de Garantias.

Juíza Henriqueta Chaves e professora de Direito aparecem em pé, no Espaço Memória do Tribunal de Justiça.“Esse projeto é maravilhoso, encantador porque permite que se aproxime a Academia do Poder Judiciário. É uma oportunidade sui generis que os alunos têm de conhecer as estruturas do Poder Judiciário, ter contato com juízes, desembargadores. Então é uma iniciativa muito louvável e que está em consonância com tudo o que o CNJ vem pregando, como a linguagem simples, a aproximação do Poder Judiciário com a sociedade”, afirma Henriqueta Chaves.

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A magistrada, que também é docente, pontua que o projeto Nosso Judiciário contribui de fato para a qualificação do estudante. “Comumente, na faculdade, o que a gente tem é muita teoria e pouca prática. Então associar o que a gente aprende na teoria com a prática engrandece o conhecimento, cria profissionais que estão mais próximos à realidade”, comenta.

Juíza Henriqueta Chaves entrega o Glossário Jurídico a uma estudante de Direito. As duas sorriem para a foto.Esta foi a primeira vez que a estudante Gabrielly Lima esteve no Tribunal de Justiça. “Achei a visita técnica muito importante e enriquecedora de conhecimento. Como aluna, fiquei encantada! É um aprendizado em que a gente começa a ver como é o Judiciário na realidade. Eu adorei!”.

Para o estudante Jessé Lucas Miranda Cunha, a visita foi um marco em sua vida acadêmica. “Tivemos a oportunidade de estar presentes aqui no sistema judiciário e conhecer como ele é feito. Tivemos a oportunidade de estar assistindo, pela primeira vez, a uma audiência, na qual os desembargadores estavam presentes e também os advogados fazendo suas sustentações. E, com isso, a gente acaba respirando todo o sistema jurídico”.

A professora de Direito Civil da Unifacc, Vêndula Lopes Corrêa, afirma que a visita ao Tribunal de Justiça tem o objetivo de motivar os alunos e mostrar a eles a perspectiva de futuro. “É para eles vislumbrarem o futuro profissional, a prática, seja como advogado, assistindo as sustentações orais dos advogados na sessão de julgamento, com os desembargadores. Esse contato direto com a magistrada que nos recebeu e com os servidores, desde a portaria onde fomos recebidos, até ao momento do memorial. Então, ver toda essa prática do Judiciário, que não se resume à magistratura, mas todo esse aparato, que faz o Poder Judiciário funcionar, traz esse despertar profissional para o aluno, o motiva a estudar”, ressalta.

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Autor: Celly Silva

Fotografo: Maycon Xavier

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Gaúcha do Norte implanta Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher

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Grupo de pessoas em pé no plenário de uma câmara municipal segura placas vermelhas em formato de coração. Ao fundo, pare de madeira com a inscrição Localizada a cerca de 571 km de Cuiabá, Gaúcha do Norte passa a contar com a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Com a formalização ocorrida na sexta-feira (31), o município se tornou o 129º do estado a ser integrado à iniciativa liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A ação foi feita por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. A Rede conta ainda com a participação de instituições da segurança pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Municípios, dentre outras.

Plenário da Câmara Municipal com diversas mulheres assistindo a uma palestra. O palestrante está em pé na frente, e uma tela projeta conteúdo ao lado direito.Além da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre os órgãos e instituições participantes, a passagem da equipe do Cemulher-MT por Gaúcha do Norte proporcionou ainda a capacitação de 32 pessoas que atuarão na Rede. A implantação da Rede de Enfrentamento foi efetivada após pedido da Patrulha Maria da Penha do município.

“Percebemos a dificuldade que temos ao atender sozinhos os casos de violência doméstica. Precisamos da Rede para oferecer uma proteção e suporte maior. Com essa união, podemos agir em conformidade nesse propósito, que é proteger a vida da mulher”, explicou a soldado PM Gisele Bernardo Pinto Matos, comandante da Patrulha Maria da Penha de Gaúcha do Norte.

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Para Tiago Gonçalves dos Santos, juiz substituto da 1ª Vara de Paranatinga – comarca que realizada o atendimento jurisdicional de Gaúcha do Norte, a instalação da Rede de Enfrentamento é um marco importante. “Mais uma vez o Poder Judiciário vai até a comunidade, desta vez em parceria, com o objetivo de melhorar nossa sociedade, principalmente para as mulheres e meninas que tanto sofrem em nosso estado”, disse.

De acordo com a promotora de Justiça Fernanda Luíza M. Siscar, a partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica ficará mais fácil para os órgãos e instituições definirem os fluxos de atendimento, prioridades e ações para o município. Ela destacou que também está no planejamento a criação de um plano de metas, que guiará as estratégias de atuação para os próximos dez anos.

“A partir da implementação da Rede é que nós conseguimos avançar nas demais normativas, documentos públicos, nos planos e nas iniciativas estratégicas. Com a Rede, conseguimos devolver à população um serviço de melhor qualidade. Junto a isso, estamos buscando também a criação do plano decenal de metas para o município”, relatou a promotora.

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Já o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Gabriel Conrado, a implantação da Rede é fundamental para a integração de todos os órgãos públicos. “Temos um número muito alto de casos de violência doméstica nessa região. Então, essa integração é importante para a repressão desses crimes e proteção das mulheres”, pontuou.

Canais de denúncia:

180 – Todo território nacional

181 – Estado de Mato Grosso

197 – Polícia Civil

190 – Polícia Militar

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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