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EuroChem abre mais de 100 vagas de emprego em manutenção no Complexo de Serra do Salitre (MG)

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A EuroChem, uma das maiores produtoras de fertilizantes do país, anunciou a abertura de mais de 100 oportunidades de trabalho na área de manutenção em seu Complexo Mineroindustrial, localizado em Serra do Salitre, no interior de Minas Gerais.

Oportunidades para diferentes funções

As vagas contemplam diversas funções ligadas à manutenção industrial, incluindo mecânicos, soldadores, instrumentistas e eletricistas. Esses profissionais são considerados essenciais para a operação da unidade, que é um dos maiores investimentos do setor no Brasil.

Requisitos para candidatura

Para participar do processo seletivo, os candidatos devem ter Ensino Médio completo e experiência prévia em atividades industriais. A empresa destaca ainda que cursos técnicos e especializações em áreas relacionadas serão diferenciais durante a seleção.

Impacto regional e geração de empregos

As oportunidades são direcionadas especialmente para moradores de Serra do Salitre, Patrocínio, Araxá e distritos próximos. Segundo a EuroChem, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em contribuir para o desenvolvimento social, estimular a economia regional e atrair mão de obra qualificada.

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Investimento bilionário em Minas Gerais

Inaugurada em 2024, a planta recebeu aporte de US$ 1 bilhão e tem capacidade para produzir até 1 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados por ano. Atualmente, a unidade já conta com 830 colaboradores diretos.

Como se candidatar às vagas

Os interessados em participar da seleção podem enviar o currículo para o e-mail [email protected] ou se inscrever pelo link de carreiras disponível na plataforma Gupy.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa apresenta Rgen+Sustentável na Feira Brasil na Mesa

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Neste sábado (25), na Feira Brasil na Mesa, realizada pela Embrapa em comemoração aos seus 53 anos, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou uma palestra detalhando a Política Nacional de Conservação e Uso Sustentável dos Recursos Genéticos para a Alimentação, a Agricultura e a Pecuária (Rgen+Sustentável).

Com o objetivo de conservar, valorizar e promover o uso sustentável dos recursos genéticos para a alimentação e a agricultura (RGAA), a política foi lançada em abril de 2025 e busca ampliar a base genética dos programas de melhoramento das instituições de pesquisa, além de fortalecer o conhecimento sobre esses recursos e contribuir para a segurança alimentar e nutricional. A iniciativa também atua como catalisadora do desenvolvimento científico e tecnológico no setor agrícola.

A política é estruturada para garantir a segurança alimentar nacional por meio da conservação e do uso sustentável da diversidade genética. São considerados recursos genéticos os materiais com valor atual ou potencial para uso direto ou indireto na alimentação e na agropecuária, incluindo espécies de plantas, animais, microrganismos e organismos intermediários.

Durante a apresentação, o representante da coordenação de Recursos Genéticos para a Alimentação e Agricultura do Departamento de Inovação do Mapa, Paulo Mocelin, destacou a importância estratégica do tema.

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Segundo Mocelin, embora o tema ainda não seja amplamente conhecido pelo público, ele é fundamental para o futuro da agropecuária. “O tema de recursos genéticos não é tão popular, mas traz elementos novos e essenciais para o desenvolvimento do setor. A Política Nacional é uma política de Estado, instituída pelo Decreto nº 12.097, de 2024, e tem como objetivo definir prioridades e estratégias para consolidar uma agenda de longo prazo voltada à conservação, valorização e uso sustentável da biodiversidade agrícola”, explicou.

Também ressaltou que a política está alinhada a compromissos internacionais, como a Convenção sobre Diversidade Biológica e o Tratado Internacional sobre Recursos Fitogenéticos para Alimentação e Agricultura.

“O Brasil é um país megadiverso, com grande variedade de espécies, biomas e ecossistemas. Temos um clima favorável à agropecuária, um sistema nacional de pesquisa robusto, com destaque para a Embrapa e instituições estaduais, além de uma legislação estruturada e parcerias internacionais consolidadas”, pontuou.

No âmbito das diretrizes de pesquisa e inovação, a política busca promover a conservação e o uso sustentável dos recursos genéticos, incentivar a adoção de novas tecnologias, sistematizar e disponibilizar informações científicas e fortalecer a articulação entre atores públicos e privados.

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Já em relação aos Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs) e ao Conhecimento Tradicional Associado (CTA), a iniciativa incentiva o intercâmbio de variedades tradicionais e raças localmente adaptadas, além de valorizar os saberes tradicionais e promover a participação social.

No eixo de informação e capacitação, estão previstas ações de divulgação da importância estratégica dos RGAA, articulação de redes nacionais e internacionais, formação de recursos humanos e ampliação do acesso a dados qualificados.

A política também se articula com iniciativas como a Rede Nacional de Pesquisa e Inovação em Genética Agrícola para Adaptação às Mudanças Climáticas (Readapta), que desenvolve projetos de melhoramento genético voltados a culturas como arroz, feijão, milho, soja, trigo e mandioca.

O Mapa é responsável pela definição e implementação dos planos de ação, pela estruturação da rede, pelo fomento à conservação e capacitação, além de incentivar pesquisas e inovações baseadas no uso sustentável dos recursos genéticos.

Informações à imprensa

[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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