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Expofeira 2025 projeta o Amapá como nova fronteira do desenvolvimento agroeconômico

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A 54ª Expofeira do Amapá será realizada de 30 de agosto a 7 de setembro de 2025, no Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá. Considerada o maior evento de negócios verdes e sustentáveis da Amazônia, a feira reunirá expositores do agronegócio, agricultura familiar, inovação e cultura em uma programação de nove dias totalmente gratuita.

A expectativa é movimentar até R$ 600 milhões em negócios, atrair mais de 2,9 milhões de visitantes e gerar cerca de 14 mil empregos temporários. O evento também coincide com um marco simbólico para a economia local: o alcance de 100 mil empregos formais no setor privado.

Para o governador Clécio Luís, a feira reflete o momento de transformação econômica do estado.

“A 54ª Expofeira do Amapá não apenas movimenta a economia e o turismo, mas também projeta o estado no cenário global, em sintonia com a preparação para a COP30, que será realizada na Amazônia brasileira em 2025. É um espaço de negócios, cultura e diálogo que reafirma o compromisso do Amapá com um desenvolvimento sustentável, inovador e socialmente inclusivo”, destacou.

ExpoAmazônia: inovação e sustentabilidade em destaque

Um dos destaques da edição será a 1ª ExpoAmazônia, espaço dedicado a bioeconomia, sociobioeconomia, energias renováveis, turismo e tecnologias limpas. A iniciativa visa ampliar o acesso a financiamentos verdes e gerar oportunidades para empreendedores locais, incluindo pequenos produtores certificados com o Selo Amapá e participantes de programas como o “Minha Primeira Empresa”.

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O evento também lançou o Desafio Startup Amapá 2025, em parceria com a Fapeap e a Setec, que premiará empresas inovadoras nas áreas de bioeconomia e tecnologia, incentivando soluções criativas para os desafios amazônicos.

Agricultura familiar e extrativismo sustentável

O Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap) terá espaço fixo na Expofeira, oferecendo oficinas, cursos, palestras e emissão da Carteira Nacional da Agricultura Familiar (CAF). O objetivo é fortalecer a agricultura familiar e o extrativismo sustentável, integrando produção rural e conservação ambiental.

Outros destaques incluem áreas de hortaliças da agricultura familiar, pesca artesanal e esportiva, fruticultura irrigada e comercialização de animais.

Empreendedorismo e novos negócios

A Expofeira 2025 também terá uma estratégia voltada para o fortalecimento do setor econômico, fomentando novos negócios e geração de renda. O Governo do Estado levará ao Parque de Exposições serviços de apoio ao empreendedorismo, incluindo diretrizes do programa Minha Primeira Empresa, coordenado pela Agência de Desenvolvimento Econômico (Agência Amapá) em parceria com a Agência de Fomento do Amapá (Afap) e com apoio do Sebrae-AP.

A Expofeira como vitrine de oportunidades

Ao unir tradição, negócios, inovação e cultura, a Expofeira 2025 reforça a importância do agronegócio e do empreendedorismo regional como motores do desenvolvimento sustentável. Para o governo e organizadores, o evento se consolida como uma vitrine de oportunidades, capaz de projetar o Amapá no cenário nacional, atrair investimentos e fortalecer a economia por meio de práticas modernas e sustentáveis.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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