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Expoflora impulsiona setor e reforça liderança de Holambra na floricultura nacional

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A cidade de Holambra (430 km da capital, São Paulo), realiza a partir da próxima sexta-feira (29.08) a maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina, a 42ª edição da Expoflora. O evento, que é considerado o “Fashion Week” das flores, deve atrair cerca de 300 mil visitantes e injetar 100 milhões na economia da região, além de cerca de  cerca de 7 mil empregos diretos e indiretos.

Criada em 1981, a feira tornou-se o principal termômetro da floricultura nacional, setor que movimenta mais de R$ 12 bilhões por ano no Brasil. Holambra, reconhecida em 2011 como Capital Nacional das Flores, responde sozinha por cerca de 70% das vendas de flores e plantas ornamentais do país e concentra aproximadamente 80% das exportações do setor.

Além do impacto direto sobre hotéis, bares, restaurantes e transporte, a Expoflora movimenta a cadeia produtiva da região metropolitana de Campinas. Só o setor de alimentação deve registrar faturamento de cerca de R$ 40 milhões durante o período do evento. A realização também tem efeito prolongado no turismo regional, já que parte dos visitantes estende a estadia para conhecer cidades vizinhas como Serra Negra e Águas de Lindóia.

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Nos últimos anos, a feira consolidou-se como evento estratégico para o lançamento de variedades e tendências no mercado de flores. Para produtores, atacadistas e floricultores, a exposição funciona como vitrine e espaço de negócios, reforçando a posição de Holambra como principal centro de comercialização do setor na América Latina.

Com uma população de apenas 15 mil habitantes, Holambra preserva tradições e costumes de seus fundadores holandeses, mas tornou-se referência nacional por unir vocação cultural e peso econômico. Para especialistas, a Expoflora representa a face mais visível de um mercado em crescimento, que mantém índices estáveis de consumo e apresenta oportunidades de exportação mesmo em períodos de retração econômica.

Fonte: Pensar Agro

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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