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Exportações de soja de Mato Grosso somam 4,61 milhões de toneladas em abril, aponta Imea

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As exportações de soja de Mato Grosso alcançaram 4,61 milhões de toneladas em abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola. Apesar do forte volume embarcado, o resultado representa retração de 11,69% em relação ao mês anterior, refletindo principalmente a redução nas compras chinesas da oleaginosa brasileira.

O desempenho mais moderado nas exportações ocorre em meio ao aumento da cautela da China nas aquisições, diante das exigências fitossanitárias impostas à soja do Brasil.

China reduz compras de soja de Mato Grosso

Conforme levantamento do Imea com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as compras chinesas recuaram 18,58% em abril na comparação com março de 2026.

Mesmo com a desaceleração, a China permaneceu como principal destino da soja mato-grossense, respondendo por 55,66% de todo o volume exportado no período.

Na sequência do ranking aparecem Espanha e Turquia, com participações de 7,37% e 7,33%, respectivamente.

A redução no ritmo das aquisições chinesas foi determinante para a queda mensal nos embarques totais do estado, principal produtor de soja do Brasil.

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Volume acumulado segue acima da média histórica

Apesar da retração registrada em abril, o desempenho acumulado das exportações de soja de Mato Grosso em 2026 continua robusto.

Entre janeiro e abril, o estado embarcou 14,93 milhões de toneladas da commodity, volume 21,16% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O resultado também supera em 18,86% a média dos últimos cinco anos, evidenciando a força da atual safra brasileira.

Segundo o Imea, o avanço é reflexo do elevado potencial produtivo da safra 2025/26, que ampliou a disponibilidade de soja para exportação e fortaleceu a participação de Mato Grosso no mercado internacional.

Safra recorde sustenta protagonismo de Mato Grosso

Com grande volume produzido e forte presença nas exportações brasileiras, Mato Grosso segue consolidado como principal estado produtor e exportador de soja do país.

Mesmo diante das oscilações na demanda internacional e das exigências fitossanitárias impostas por compradores externos, o estado mantém desempenho expressivo no comércio global da oleaginosa.

O mercado continua atento ao comportamento da demanda chinesa nos próximos meses, fator considerado estratégico para o ritmo das exportações brasileiras e para a formação dos preços no setor da soja.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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