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Exposições de Primavera 2025/2026 da ABHB movimentam setor pecuário no Sul do Brasil

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A Temporada de Exposições de Primavera 2025/2026 já começa a movimentar o setor agropecuário no Sul do país. A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) confirmou a realização de dez eventos ranqueados pela entidade, distribuídos entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Segundo o gerente executivo da ABHB, Felipe Azambuja, a programação demonstra o fortalecimento dos núcleos regionais e a ampliação da atuação da associação. “Isso mostra o envolvimento dos núcleos e como a ABHB tem conseguido capilarizar suas ações através deles”, destacou.

Cidades que receberão as exposições

No Rio Grande do Sul, as exposições oficiais acontecem em Bagé, Alegrete, Lavras do Sul, Vacaria, Pelotas, Dom Pedrito, Itaqui e Santa Vitória do Palmar. Já em Santa Catarina, o município de Lages será palco de um dos eventos, enquanto no Paraná, a cidade de Dois Vizinhos sediará a programação.

Expectativas para o ciclo de ranking nacional

Azambuja ressaltou que a expectativa é de alta participação de animais, criadores e cabanhas, reforçando o crescimento registrado nas edições anteriores. A temporada também marca o início do ciclo do ranking nacional de criadores 2025/2026, ferramenta que valoriza e estimula a competitividade entre os participantes.

“As exposições fomentam as raças Hereford e Braford e atraem novos criadores para o quadro social da ABHB”, afirmou o executivo.

Primeiros eventos da temporada

A abertura da temporada contará com três exposições já confirmadas:

  • 113ª Expofeira de Bagé, nos dias 26 e 27 de setembro, no Parque Visconde de Ribeiro Magalhães, com julgamento de Luiz Henrique Paim Della Giustina Junior;
  • 59ª Exposição de Vacaria (Expovac), nos dias 3 e 4 de outubro, no Parque Nicanor Kramer da Luz, com julgamento de Pedro Bordignon;
  • 2ª Exposição HB de Lavras do Sul, nos dias 4 e 5 de outubro, no Parque Olavo de Almeida Macedo, que terá pela primeira vez participação ranqueada, sob julgamento de Joal Leal e Alvim Faria.
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Relevância para a pecuária regional

Além de promover a troca de experiências e o aperfeiçoamento técnico, os eventos contribuem para o fortalecimento da pecuária regional, dando visibilidade aos criadores e ampliando a presença das raças Hereford e Braford no cenário nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Crédito rural para a agricultura empresarial soma R$ 28,2 bilhões no primeiro mês da safra 2026/2027

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A agricultura empresarial contratou R$ 28,2 bilhões em crédito rural em julho de 2026, primeiro mês da safra 2026/2027. O levantamento reúne operações realizadas por produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e pelos demais produtores, com base em dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central do Brasil, e das registradoras de títulos, no caso das Cédulas de Produto Rural (CPR).

As CPR responderam por R$ 18,8 bilhões das operações contratadas no mês, o equivalente a 66,6% do total. O custeio convencional somou R$ 6,5 bilhões, correspondente a 23% das contratações.

Custeio, comercialização e industrialização

No custeio da produção, o Pronamp respondeu por R$ 3,5 bilhões, o equivalente a 53,5% do total destinado à modalidade. Os demais produtores empresariais contrataram R$ 3 bilhões, ou 46,5%.

As operações de comercialização da produção agropecuária somaram R$ 1,5 bilhão em julho. Já a industrialização, que contempla o processamento e a agregação de valor aos produtos agropecuários, registrou R$ 891 milhões.

Os programas de investimento, destinados a itens como máquinas, equipamentos, irrigação e modernização de estruturas produtivas, registraram R$ 118,1 milhões em aplicações no primeiro mês da safra. Entre os programas, foram contratados R$ 56 milhões pelo RenovAgro e R$ 31 milhões pelo Pronamp Investimento.

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Operações por porte do produtor

Fora do Pronamp, os médios e grandes produtores contrataram R$ 5,9 bilhões, correspondentes a 21% do total concedido no mês. No Pronamp, foram registrados R$ 3,5 bilhões em operações, equivalentes a 12,4% do total.

Ao todo, foram realizados 26.034 contratos de crédito rural pela agricultura empresarial em julho. Desse número, 12.940 foram operações de CPR.

Crédito por região

O Sul registrou o maior volume de crédito entre as regiões em julho, com R$ 3,6 bilhões e 6.887 contratos. Na sequência aparecem o Sudeste, com R$ 2,5 bilhões, e o Centro-Oeste, com R$ 2,2 bilhões. O Nordeste registrou R$ 678 milhões, enquanto o Norte teve R$ 400 milhões em concessões.

O levantamento também mostra diferenças no tíquete médio das operações, que corresponde ao valor médio de cada contrato. No Centro-Oeste, o valor chegou a R$ 1,25 milhão por contrato. No Sul, o tíquete médio foi de R$ 529 mil.

Fontes de recursos

Entre as fontes controladas utilizadas no financiamento do crédito rural, os Recursos Obrigatórios foram responsáveis por R$ 3,9 bilhões, o equivalente a 69,8% do total dessas fontes. Os Recursos Obrigatórios correspondem à parcela dos depósitos à vista que as instituições financeiras devem direcionar ao crédito rural.

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Entre as fontes não controladas, a LCA Livre foi a principal fonte de captação de recursos privados, com R$ 3,4 bilhões destinados ao crédito rural.

Recursos equalizáveis

Para a safra 2026/2027, a programação orçamentária de recursos equalizáveis soma R$ 97,6 bilhões, conforme a Portaria MF nº 2.170/2026. Os recursos equalizáveis são destinados a linhas de crédito com taxas de juros controladas pelo governo federal, e o diferencial em relação às taxas de mercado é coberto pelo Tesouro Nacional.

No primeiro mês da safra, R$ 1,3 bilhão dos recursos equalizáveis programados foi concedido.

Entre os programas de investimento equalizáveis, foram contratados R$ 56,1 milhões pelo RenovAgro, R$ 20,7 milhões pelo Pronamp e R$ 17,6 milhões pelo Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA).

Nas operações equalizáveis de investimento, o Banco do Brasil respondeu por 86,8% das concessões do mês, seguido pelo Sicredi, com 12,8%. Nas linhas equalizáveis de custeio e comercialização, o Banco do Brasil concentrou 68,9% das concessões, seguido por Cresol (11%), Sicredi (10%) e Credicoamo (8,9%).

Acesse aqui o documento. 

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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