Mato Grosso

Fapemat recebe número recorde de inscrições para edital de fomento à inovação em empresas

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O edital Tecnova III Mato Grosso recebeu 98 propostas inscritas, um recorde para o programa no Estado. O edital disponibiliza R$8,5 milhões para empresas que apresentarem soluções inovadoras e é realizado por meio de uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). O período de inscrições acabou no dia 27 de setembro.

O edital Tecnova I, lançado em 2013, teve 49 projetos submetidos, e o Tecnova II, realizado em 2021, teve 31 projetos submetidos. Para o edital de 2024, lançado em julho, as 98 propostas enviadas vieram de 21 municípios do Estado.

Este ano, 45% dos projetos inscritos são da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), 21% Agropecuária-Agroindústria, 11% Biodiversidade-Biotecnologia, 10% saúde, 5% Energia, 4% saúde, 3% Turismo e 1% Segurança Pública.

O edital nº 07/2024 do Tecnova III-MT tem por objetivo a concessão de recursos de subvenção econômica para o desenvolvimento de produtos, ou processos inovadores, novos ou significativamente aprimorados, pelo menos para o mercado nacional de empresas brasileiras, com sede em Mato Grosso.

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Para o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), Marcos de Sá Fernandes da Silva, a demanda do edital TECNOVA III/MT é uma demonstração que as ações de fomento da Fundação têm contribuído para ampliação e consolidação do ambiente de inovação no Estado.

O presidente também ressaltou a importância das ações realizadas pelos agentes de inovação da Fapemat, que atuam em todo o Estado divulgando o Edital Tecnova III Mato Grosso esclarecendo as dúvidas dos empresários.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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