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Feijão: mercado interno mantém ritmo lento enquanto exportações batem recorde histórico

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O mercado brasileiro de feijão iniciou dezembro em ritmo morno. De acordo com pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), as negociações no mercado spot seguem ocorrendo de forma pontual, principalmente quando há necessidade de reposição de estoques.

Feijão carioca tem preços sustentados pela qualidade da oferta

No caso do feijão carioca, os preços seguem influenciados pelo comportamento da demanda e pela oferta restrita de produtos de alta qualidade. Essa limitação de grãos premium tem mantido as cotações firmes nas principais praças produtoras, já que muitos consumidores priorizam esse padrão para o abastecimento de fim de ano.

Feijão preto sente pressão da ampla disponibilidade

O cenário é diferente para o feijão preto, que apresenta queda nas cotações em razão da elevada oferta no mercado interno. De acordo com o Cepea, o excesso de produto disponível tem reduzido o poder de barganha do produtor e limitado novas negociações. Ainda assim, o grão segue com boa procura em algumas regiões, especialmente nas que tradicionalmente consomem essa variedade.

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Exportações brasileiras de feijão atingem recorde histórico em 2025

No mercado externo, o Brasil alcançou um recorde histórico de exportações de feijão. Dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) mostram que, entre janeiro e novembro de 2025, o país embarcou 501,2 mil toneladas, o maior volume já registrado desde o início da série histórica, em 1997.

Esse desempenho reforça a crescente competitividade do feijão brasileiro no mercado internacional, sustentada pela qualidade do produto e pela diversificação dos destinos compradores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Lançamento da Semana do Pescado no Espírito Santo

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O ministro Edipo Araujo, esteve nesta segunda-feira (24), em Piúma (ES), representando o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) para o lançamento da Semana do Pescado, na Câmara Municipal.

Com a presença do setor pesqueiro, associações, cooperativas, feirantes, representantes da hotelaria, restaurantes, entidades e instituições da pesca e da aquicultura, o ministro do MPA destacou que “o Brasil tem trabalhado para ampliar o consumo de pescado, essa proteína de qualidade totalmente nutritiva que tem um baixo impacto ao meio ambiente”.

A Semana do Pescado, que acontecerá de 01 a 15 de setembro de 2026, foi criada para fomentar o empreendedorismo pesqueiro e implementar uma nova data de incentivo ao consumo de peixes. Durante o evento o foco é o fortalecimento e capacitação da cadeia produtiva, através da difusão de conhecimento e valorização dos profissionais do setor, assim como a promoção do consumo de uma proteína saudável, baseada em várias espécies, com elevado apelo gastronômico.

Segundo o Painel Unificado do Registro Geral da Atividade Pesqueira, o estado do Espírito Santo, que produz em torno de 14mil toneladas por ano, tem quase 50 mil pescadores artesanais, um percentual menor de pescadores industriais, e em torno de 171 aquicultores. O estado vem se destacando na aquicultura, mas também na pesca extrativa com destaque para a captura de peixes oceânicos, como dourado, atum, espadarte e camarão.

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O ministro também participou da roda de conversa com estudantes, futuros engenheiros de pesca e técnicos na área de recursos de pescados, do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), Campus Piúma, e diretores coordenadores de projetos, onde foram discutidos algumas ações e possibilidades de fortalecimento das parcerias. Ainda na tarde desta segunda-feira, visitou o Laboratório Dinâmica de Populações Marinhas.

Na terça-feira (25), o ministro continua no estado para reuniões com os trabalhadores da Pesca e Aquicultura, e participará da solenidade da abertura oficial do 9º Congresso Brasileiro de Oceanografia (CBO 2026), no Parque Botânico Vale, na capital capixaba.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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