Mato Grosso

Força Tática prende oito pessoas por tráfico de drogas em Várzea Grande

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam cinco homens e uma mulher e apreenderam dois adolescentes por tráfico ilícito de drogas, nesta quinta-feira (23.10), em Várzea Grande. As prisões foram registradas em duas ocorrências e com os suspeitos, foram apreendidas 32 porções de drogas e uma quantia de R$281,00 em dinheiro.

Durante patrulhamento pela Operação Rede de Enfrentamento Tático às Facções Criminosas (Refac), as equipes policiais flagraram dois homens em atitude suspeita saindo de uma residência, em uma moto com sinais de adulteração, no bairro Dom Diego.

Durante a abordagem ao homem e ao adolescente, a equipe notou uma intensa movimentação no local. Os policiais entraram na residência e localizaram mais três adultos e uma adolescente. Nas buscas, também encontraram 22 porções de maconha, além de material de preparo da droga e uma quantia em dinheiro.

Um dos suspeitos confirmou à PM que é proprietário da residência e que estavam embalando os entorpecentes para comercialização. Os militares identificaram que um dos homens faz parte de uma facção criminosa e possui passagem por latrocínio, e um adolescente, por tráfico de drogas.

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Em outra ação, no bairro Figueirinha, a equipe policial recebeu uma denúncia de comercialização de entorpecentes em uma das residências da região. Os policiais se deslocaram até o endereço para verificar os fatos. Dois homens foram flagrados próximos a um córrego e fugiram ao ver a viatura.

Em seguida, os policiais iniciaram uma perseguição aos suspeitos tendo êxito em abordá-los. Com eles, foi encontrada uma sacola com dez porções de pasta base de cocaína. Ao serem questionados sobre a origem da droga, os homens se acusaram mutuamente sobre a propriedade dos entorpecentes e receberam voz de prisão.

Todos os suspeitos localizados foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com os materiais apreendidos, e ficaram à disposição da Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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