Mato Grosso

Forças de segurança apreendem 376 quilos de drogas e quatro armas de fogo; prejuízo ao crime de R$ 5 milhões

Publicado

Equipes do 12º Comando Regional da Polícia Militar e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam 376 quilos de entorpecentes e quatro armas de fogo, neste sábado (29.11), na cidade de Pontes e Lacerda. A ação causou prejuízo de mais de R$ 5 milhões ao crime e resultou na prisão de três homens por tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam informações, via setor de inteligência, de que uma caminhonete Hilux prata e um carro Volkswagen Voyage branco estariam transportando grande quantidade de entorpecentes, em uma estrada rural da cidade.

Diante da situação, os policiais iniciaram patrulhamento e localizaram os veículos, com as mesmas características informadas, estacionados em uma chácara. Ao se aproximarem para abordagem, os dois suspeitos que conduziam os veículos fugiram em direção a uma região de mata.

Os militares entraram na residência da chácara e encontraram um homem, que foi abordado e detido. Questionado sobre os carros, ele afirmou que os dois suspeitos haviam acabado de descarregar as drogas no local.

Leia mais:  Plantão eleitoral no feriado de 1º/05 e no sábado (02/05) será das 13h às 17h

Em verificação no imóvel, foram encontrados 196 quilos de supermaconha skank, 145 quilos de pasta base de cocaína, 33 quilos de cocaína e dois quilos de substância conhecida como “dry”. Também dentro da casa foram localizadas quatro armas de fogo, sendo uma espingarda, uma garrucha artesanal e duas pistolas.

As forças de segurança intensificaram as buscas na região de mata e localizaram os dois suspeitos que haviam fugido. Eles confessaram envolvimento no transporte e descarregamento dos entorpecentes na chácara.

Todos os três suspeitos encontrados receberam voz de prisão e foram conduzidos para registro da ocorrência e demais providências, junto de todas as drogas, armas e veículos apreendidos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Força Tática prende homem por tráfico ilícito de drogas em Campinápolis

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Polícia Militar prende homem com 14 caixas de produtos contrabandeados em Alto Araguaia

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana