Educação

Fórum debate articulação para fortalecer a educação no Marajó

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O Ministério da Educação (MEC) participará do 3º Fórum do Gabinete de Articulação para Efetividade da Política da Educação no Arquipélago do Marajó (Gaepe Marajó). O evento será realizado de 9 a 11 de abril, no Auditório Carlos Augusto Nunes Gouvêa, da Escola Santana do Tucumanduba, no município de Soure (PA). O encontro reunirá gestores públicos, especialistas e representantes de diferentes instituições para discutir estratégias de fortalecimento das políticas educacionais na região. O objetivo é promover o alinhamento de agendas, a disseminação de evidências e a pactuação de compromissos para ampliar a efetividade das ações educacionais no território marajoara.  

A programação terá início com uma visita técnica a uma escola da região e seguirá com painéis e mesas de diálogo sobre temas estratégicos para a educação local, como planejamento intersetorial, políticas para a primeira infância, infraestrutura escolar e cooperação entre escolas, famílias e comunidades. O encontro integra a agenda do Gaepe Marajó, iniciativa que reúne diferentes instituições para apoiar gestores públicos na implementação de políticas educacionais. 

O MEC terá participação de destaque na programação. No dia 10 de abril, o diretor de Articulação Intersetorial da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), Antonio Claret, apresentará o percurso do Planejamento Regional Intersetorial da Educação no Marajó, iniciativa que busca fortalecer a articulação entre políticas públicas e orientar a elaboração de estratégias intersetoriais relevantes para a garantia do direito à educação. 

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Além disso, representantes da pasta também participam de debates sobre cooperação técnica para elaboração de planos municipais e estratégias de apoio às redes de ensino. A presença do ministério reforça o compromisso do governo federal com o desenvolvimento educacional do arquipélago e com o fortalecimento do diálogo entre União, estados e municípios para enfrentar os desafios da educação no Marajó. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC discute escolas de fronteira no Amapá e Guiana Francesa

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), realizou agenda institucional nas cidades gêmeas de Oiapoque (AP) e Saint-Georges de l’Oyapock, na Guiana Francesa, entre os dias 22 e 25 de junho. A programação teve como objetivo fortalecer o diálogo com gestores, instituições educacionais e representantes dos sistemas de ensino dos dois países em torno do Programa Escolas Interculturais e de Fronteira (Peif), considerando as especificidades linguísticas, culturais, sociais e territoriais da região amazônica de fronteira. 

As atividades ocorreram durante a segunda edição dos Jogos Oyapique, realizada na Escola Estadual Duque de Caxias, em Clevelândia do Norte, e integraram o Acordo de Cooperação Transfronteiriça firmado entre a Secretaria de Estado da Educação do Amapá, a Secretaria Municipal de Educação de Oiapoque, a Universidade Federal do Amapá (Unifap), o Instituto Federal do Amapá (Ifap) e a Região Acadêmica da Guiana Francesa. A programação também contribuiu para a construção de uma agenda comum entre os parceiros envolvidos, com vistas ao fortalecimento das ações de cooperação educacional na região. 

No primeiro dia, o MEC participou de reuniões com representantes das redes estadual e municipal de ensino do Amapá, gestores educacionais da Guiana Francesa e equipes técnicas dos dois países. Os encontros abordaram as ações do Peif e o acompanhamento de iniciativas bilaterais já desenvolvidas na fronteira, destacando a importância da cooperação educacional franco-brasileira para a promoção de projetos interdisciplinares, intercâmbios culturais e práticas pedagógicas voltadas ao contexto plurilíngue e intercultural. 

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A agenda incluiu ainda um diálogo com docentes e gestores do Campus Binacional da Universidade Federal do Amapá (Unifap), voltado à construção de proposta de formação continuada para professores de língua francesa e gestores escolares. A iniciativa será desenvolvida em parceria com instituições brasileiras e francesas, abordando temas relacionados ao plurilinguismo, à interculturalidade, à cooperação educacional transfronteiriça e à gestão democrática, com o objetivo de fortalecer a atuação dos profissionais da educação em territórios de fronteira. 

Como parte da programação, foram realizadas visitas a instituições de ensino da Guiana Francesa para conhecer experiências educacionais desenvolvidas em contextos bilíngues e interculturais. A atividade permitiu a troca de experiências sobre práticas pedagógicas voltadas à valorização das línguas e culturas locais, bem como a discussão de novas possibilidades de cooperação entre escolas dos dois países. Entre as propostas debatidas estavam o desenvolvimento de atividades conjuntas entre estudantes brasileiros e franceses, bem como a ampliação de iniciativas de intercâmbio educacional, científico e cultural. 

A programação foi concluída com reuniões junto às redes municipal e estadual de ensino. Em Oiapoque, gestores municipais apresentaram as perspectivas para ampliação da infraestrutura educacional e manifestaram interesse na implementação do Programa Escolas Interculturais e de Fronteira. Já em encontro com a Secretaria de Estado da Educação do Amapá, foram discutidas as especificidades do território amapaense, especialmente em relação à diversidade indígena e à participação das organizações representativas dos povos originários na construção das políticas educacionais voltadas à região. 

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Para a coordenadora-geral de Articulação Intersetorial da Sase, Gesuína Leclerc, as atividades contribuíram para ampliar o diálogo entre as instituições envolvidas e fortalecer a construção da pauta de cooperação educacional entre Brasil e França. “Esta atividade preparatória foi bem-sucedida, principalmente quanto à mobilização dos atores da Guiana Francesa para a construção da pauta de cooperação. A ampliação das línguas nos exames brasileiros, como é o caso do Enem, foi uma reivindicação da fronteira Brasil-Guiana em relação à língua francesa, tendo em vista que o Amapá é a maior rede com presença do ensino do francês”, destacou. 

A agenda reafirmou o compromisso do MEC com o fortalecimento da cooperação internacional e com a promoção de políticas educacionais voltadas aos territórios de fronteira. Os diálogos realizados evidenciaram o potencial do Programa Escolas Interculturais e de Fronteira para ampliar oportunidades de aprendizagem, valorizar a diversidade linguística e cultural, além de fortalecer a integração entre os sistemas educacionais do Brasil e da França. 

Assessoria de comunicação Social do MEC, com informações da Sase

Fonte: Ministério da Educação

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