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Foz do Iguaçu: roteiro com cataratas e além

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Foz do Iguaçu: roteiro com cataratas e além
Maurício Brum

Foz do Iguaçu: roteiro com cataratas e além

Berço para uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo, Foz do Iguaçu é um dos mais famosos destinos turísticos do país, atraindo brasileiros e estrangeiros atraídos pelas inconfundíveis cataratas. Estima-se que o município receba cerca de 100 mil visitantes por mês.

Mas, além das 275 quedas d’água que compõem as exuberantes Cataratas do Iguaçu , há muitas atrações para conhecer nessa cidade, que faz divisa com o Paraguai e a Argentina. Confira algumas dicas para esticar seu roteiro pela região.

O que esperar em cada data

Embora ofereça experiências diferentes dependendo da estação, Foz do Iguaçu é um destino que pode ser visitado durante o ano inteiro.

Na primavera e no verão, um maior ritmo de chuvas faz com que as cachoeiras atinjam a sua potência máxima. Nessa época, o passeio à Hidrelétrica de Itaipu também costuma ser mais interessante, visto que suas comportas podem permanecer abertas por alguns dias. Mas é bom ficar atento ao noticiário: quando a vazão é excessiva, o acesso às Cataratas do Iguaçu pode até ser fechado excepcionalmente por razões de segurança.

Já no inverno e no outono, a precipitação é escassa e a vazão das águas é menor. A vantagem é a possibilidade de visualizar com mais clareza as cataratas. Para evitar resfriados, é essencial levar uma muda de roupa reserva, pois é quase impossível fazer esse passeio sem se molhar, mesmo na época mais seca.

Uma dica é evitar o período de férias escolares, quando o movimento se intensifica e as filas para as atrações aumentam.

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Um final de semana em Foz do Iguaçu

Três dias costuma ser tempo suficiente para curtir as cataratas e conhecer um pouco mais as outras atrações pela região.

Ao chegar no destino, a recomendação é reservar um dia completo para conhecer as quedas d’água no Parque Nacional do Iguaçu, principal atrativo da região. Aproveite para conhecer também o Macuco Safari .

Durante a noite, uma dica é jantar na Rafain Churrascaria , que, além das delícias gastronômicas, oferece um show de danças latino-americanas. O árabe Brasa Burguer , que conta com diversas opções de hambúrgueres e shawarmas, também é uma boa pedida.

No segundo dia, vá ao Parque das Aves pela manhã. A visita costuma levar no máximo duas horas. À tarde, faça o CityTour Iguassu , um famoso passeio de ônibus que ajuda a mergulhar na diversidade cultural de Foz, parando no Templo Budista Chen Tien e na Mesquita Islâmica Omar Ibn Al-Khatab . Aproveite para conhecer a AlBayan , uma famosa loja de doces árabes nos arredores.

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Para fechar a programação da vez, assista o pôr-do-sol no Marco das Três Fronteiras . Uma opção para o jantar é o Pátio Pomare , um complexo gastronômico inspirado nas ruas da ilha grega Paros.

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No último dia de viagem, dedique-se à Usina Hidrelétrica de Itaipu, que oferece diferentes opções de excursões guiadas. Entre elas, está a imperdível visita ao Refúgio Biológico Bela Vista , que convida o visitante a conhecer espécies nativas da Mata Atlântica.

Durante a tarde, uma dica para os aventureiros é conhecer o Parque Aguaray , um passeio com direito a caiaque, trilhas e cachoeiras. Para quem prefere algo mais tranquilo, a visita às atrações do Dreams Park Show pode ser uma boa pedida.

Um alô para os vizinhos

Se você tiver disponibilidade no calendário, vale estender a viagem por mais dois dias para conhecer um pouquinho dos vizinhos Paraguai e Argentina. No lado paraguaio, a dica é aproveitar o dia na Ciudad del Este para fazer compras .

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Já na terra dos nossos hermanos, que também têm atrações próprias no seu lado das quedas d’água , a sugestão é contemplar as belas Cataratas Argentinas pela manhã. Durante a tarde, confira a Feirinha de Puerto Iguazú , as opções de free shop ou o IceBar Iguazú .

Atrações que não podem faltar no roteiro

Entre as principais atrações de Foz do Iguaçu, há algumas que são imperdíveis para o itinerário de viagem, entre elas:

1. Parque Nacional do Iguaçu

Criado em 1939, o Parque Nacional do Iguaçu é referência mundial em preservação ambiental e turismo sustentável. Além de levar o título de Maravilha Mundial da Natureza, ele é considerado um Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO desde 1986.

Com 420 quilômetros de extensão, o lado brasileiro da unidade de conservação oferece a melhor vista das cataratas, que frequentemente formam belos arco-íris. O acesso é simples e pode ser feito de carro até certo ponto. Depois, os veículos ficam no estacionamento e os visitantes seguem o trajeto até as plataformas em um ônibus, que está incluso no passeio.

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Aberto diariamente, esse paraíso natural pode ser visitado de segunda à sexta, das 9h às 16h. Nos sábados e domingos, o funcionamento é das 8h30min às 16h. Os ingressos custam a partir de R$ 88,00 e podem ser adquiridos no site oficial .

2. Macuco Safari

Ao visitar o Parque Nacional do Iguaçu, estender o passeio ao Macuco Safari é, certamente, a melhor escolha. Essa experiência única é dividida em três etapas: Selva, Trilha e Barco. O passeio, portanto, começa em uma excursão guiada em um veículo ecológico, que faz um trajeto de dois quilômetros na exuberante selva do parque.

Em seguida, há uma caminhada de 600 metros pela mata. Essa verdadeira imersão permite conhecer de perto a fauna e flora local. Por último, mas não menos importante, os turistas embarcam em um bimotor rumo a um emocionante tour pelo Rio Iguaçu, com direito a um banho refrescante mais do que garantido.

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O Macuco Safari funciona diariamente, das 9h às 17h. As saídas ocorrem a cada 20 minutos e não necessitam de agendamento prévio. Os ingressos podem ser adquiridos online .

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Endereço: Parque Nacional Iguaçu – BR 469, km 25.

3. Parque das Aves

Situado próximo às cataratas, o Parque das Aves proporciona uma vivência imersiva em contato direto com a fauna da Mata Atlântica. Esse é um dos atrativos mais visitados da cidade, recebendo pelo menos 800 mil visitantes por ano.

Fundado na década de 1990, o espaço conta com 16 hectares de floresta restaurada e cerca de 130 espécies de animais, aves e répteis. Papagaios, tucanos, araras e jacutingas são alguns deles.

O parque abre diariamente, das 8h30min às 16h30min. Os ingressos são a partir de R$ 40,00 e podem ser adquiridos no site oficial .

Endereço: Av. das Cataratas, 12450 – Vila Yolanda.

4. Usina Hidrelétrica de Itaipu

Situada na fronteira entre Brasil e Paraguai, a Itaipu pode ter perdido o título de maior usina hidrelétrica do mundo, mas continua sendo referência global em energia renovável. O Complexo Turístico Itaipu , por sua vez, atrai visitantes para conhecer tanto a estrutura quanto sua integração com o ambiente ao redor.

Há pelo menos sete opções de passeios guiados para escolher. Todos eles proporcionam uma imersão na história e na beleza dessa proeza da engenharia sobre o Rio Paraná. O tour panorâmico, por exemplo, permite a contemplação no Mirante Central. Já a visita especial conta com paradas no interior da usina.

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É possível visitar a usina só pela área externa ou investir em um passeio mais longo que inclui o interior Turismo Itaipu/Divulgação

As demais opções podem ser conferidas no site oficial , onde também é possível adquirir os ingressos, que variam entre R$ 42,00 e R$ 165,00 por pessoa. É importante destacar que cada passeio possui um horário de partida específico, conforme a modalidade escolhida.

Endereço: Centro de Recepção de Visitantes – Itaipu Binacional, Av. Tancredo Neves, 6702.

5. Marco das Três Fronteiras

Revitalizado em 2017, esse famoso obelisco de pedra marca o encontro dos rios Iguaçu e Paraná, na Tríplice Fronteira com a Argentina e o Paraguai. Com livre acesso, o Marco das Três Fronteiras é o lugar ideal para assistir ao pôr do sol de olho na natureza.

Aberto diariamente, das 13h30min às 21h, o local conta com apresentações culturais a partir das 18h30min, exceto nas segundas-feiras.

Endereço: Ac. Três Fronteiras – Foz do Iguaçu.

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Fonte: Turismo

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Turismo

Nova Ficha Digital de Hóspedes agiliza o check-in em mais 3.700 meios de hospedagem de todo o Brasil

Publicado

A nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) em formato 100% digital já é uma realidade para os clientes de 3.773 meios de hospedagem de todo o Brasil, que passaram a ter de adotar integralmente o sistema a partir dessa segunda-feira (20/4).

Muito similar ao sistema usado no check-in de voos no país, a FNRH Digital, desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), permite o preenchimento antecipado e online de dados via Gov.Br.

Todo o processo em hotéis, pousadas, resorts e outros meios de hospedagem – que vem sendo implementado gradativamente desde novembro de 2025 – pode ser rapidamente concluído a partir da leitura de um QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo estabelecimento.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça benefícios da utilização do sistema eletrônico.

“A nova Ficha Digital de Hóspedes foca especialmente o hóspede, evitando filas desnecessárias no check-in e garantindo mais conforto e segurança. Além do grande avanço tecnológico e sim, isso significa eliminar o uso de papel, o que reforça ações do governo Lula voltadas à sustentabilidade. É mais um avanço para aumentar a contribuição do turismo ao desenvolvimento econômico e social do país, onde, com uma hotelaria mais moderna, mais pessoas vão ter chance de emprego e renda por meio do crescimento do setor”, apontou o ministro.

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“Com a migração definitiva do setor, que está sendo amplamente orientada pelo Ministério do Turismo, estamos transformando a experiência tanto para o viajante quanto para o hoteleiro, que pode reduzir custos e aprimorar a gestão do seu negócio. Menos papel, mais agilidade e um turismo muito mais profissional”, acrescentou Gustavo Feliciano.

A adaptação do segmento à ferramenta avança principalmente nos estados de São Paulo (744), Minas Gerais (351), Rio de Janeiro (351), Santa Catarina (332) e Rio Grande do Sul (281).

Na região Nordeste, destaque para Bahia (242) e Ceará (212). Já no Centro-Oeste, Goiás já atinge 111 meios de hospedagem adequados, número que chega a 104 no Mato Grosso.

No Norte do país, por sua vez, a liderança é do Pará, com 70 adesões, e o Amazonas (60) ocupar em segundo lugar de empresas do ramo já enviam fichas em formato digital.

A transição para a FNRH Digital – que, no caso de hóspedes estrangeiros, não exigirá a necessidade de uma conta Gov.Br – é prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024 pelo presidente Lula, e cumpre rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que o tratamento de informações seja feito em ambiente criptografado e controlado.

ACOMPANHAMENTO – O Ministério do Turismo reitera que a modernização exige adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem de todo o país regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.

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A pasta acompanha a adoção do modelo pelo setor, tendo inclusive ampliado o prazo de adesão de 19 de fevereiro último para esta segunda-feira.

Empreendimentos não adequados ainda poderão fazê-lo. Caso contrário, estarão sujeitos a processo administrativo, com direito à ampla defesa, e a penalidades legais previstas, como advertência e multa, conforme a gravidade da infração.

A fiscalização é exercida pelo Ministério do Turismo e também pode ser delegada a estados e municípios. O processo inicia-se com sensibilização e notificação.

A regularidade no envio da FNRH Digital está ligada à manutenção do Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos); se o cadastro vencer, o envio é bloqueado, gerando inconformidade imediata e possíveis autos de infração.

ORIENTAÇÕES – O Ministério do Turismo vem orientando o setor quanto à transição para o novo sistema. O órgão tem organizado várias ações educativas, como um vídeo com as etapas do processo. Acesse clicando aqui.

O Ministério também criou uma página eletrônica de perguntas e respostas frequentes, onde é possível tirar dúvidas. Acesse clicando aqui.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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