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Frio intenso beneficia brotação e reforça cuidados na florada do pêssego no RS

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A intensa onda de frio registrada neste inverno tem influenciado positivamente a brotação dos pêssegos na região sul do Brasil, trazendo boas expectativas para a produtividade futura. Ao mesmo tempo, os produtores reforçam os cuidados para garantir a sanidade da florada, diante dos riscos climáticos.

Poda avançando com cautela em Caxias do Sul

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, a poda dos pomares de pêssego segue de forma cuidadosa. Conforme o Informativo Conjuntural da instituição, os agricultores estão mantendo maior quantidade de ramos carregadores para proteger as plantas contra possíveis geadas em agosto.

O boletim destaca que “os produtores realizam a poda com parcimônia e certo atraso”, ao mesmo tempo em que aplicam tratamentos fitossanitários nas variedades precoces, que já começaram a florescer, embora ainda de modo incompleto.

O prolongamento do período de dormência das gemas florais e das plantas, causado pelos consecutivos dias de temperaturas baixas em junho e julho, é um fator importante nessa dinâmica.

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Cenário diferente em Pelotas

Na região de Pelotas, onde a floração de diversas cultivares avança, os produtores aceleram a conclusão da poda de inverno e intensificam os tratamentos preventivos.

A Emater/RS-Ascar ressalta que essas práticas visam proteger a florada e diminuir a incidência de doenças, com destaque para a podridão-parda, um problema frequente na cultura.

Frio intenso favorece brotação uniforme

O informativo ainda aponta que “o frio intenso durante este inverno favoreceu a brotação uniforme das variedades cultivadas”, um fator que pode contribuir para boas colheitas nas próximas safras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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