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Gabinete Itinerante do TJMT estará em Sinop nesta segunda e terça-feira

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Imagem em fundo azul exibe o logotipo “Gabinete Itinerante” em dourado, o mapa de Mato Grosso com Sinop em destaque, símbolos luminosos interligados e o brasão do Poder Judiciário do Estado.Como parte do plano institucional do biênio 2025/2026, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) realiza o projeto Gabinete Itinerante, uma estratégia de descentralização administrativa que leva a Presidência e setores da gestão até as comarcas polos do interior. A primeira edição será realizada em Sinop, nos dias 25 e 26 de agosto (segunda e terça-feira).

A iniciativa busca aproximar o Judiciário da realidade local, fortalecer a integração com magistrados e servidores e ampliar a eficiência na prestação jurisdicional.

O Gabinete Itinerante reforça o princípio “Administração Presente”, previsto no Plano de Gestão 2025/2026, e integra o Planejamento Estratégico do TJMT (2021–2026).

Programação em Sinop

O presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, cumprirá uma série de compromissos: reuniões com magistrados e servidores no Fórum, encontros com representantes da OAB, Ministério Público e Defensoria Pública, além de reunião com o prefeito Roberto Dorner.

Também estão previstos atendimento aberto à população, visita à obra do novo fórum e uma coletiva de imprensa para detalhar os objetivos do projeto.

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Atendimento à imprensa

O presidente José Zuquim Nogueira atenderá a imprensa na segunda-feira (25/08), a partir das 11h15, no Plenário do Tribunal do Júri, no Fórum de Sinop.

Institucionalidade

O projeto também se alinha aos macrodesafios do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente os ODS 16 e 17, reafirmando o compromisso do Judiciário mato-grossense com a transparência, a governança e a sustentabilidade.

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Autor: Dani Cunha

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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