Ministério Público MT

Gaeco de Barra do Garças faz operação contra grupo criminoso

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, deflagrou, nesta terça-feira (24), na cidade de Barra do Garças (509 km de Cuiabá), a Operação “Palmares”. Policiais cumprem oito ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão e afastamento de sigilo de dados, todas contra integrantes de uma facção criminosa que tenta se instalar na cidade. As decisões judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) da Comarca de Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela equipe do Gaeco de Barra do Garças, no enfrentamento ao crime organizado. O nome da operação- “Palmares” – foi escolhido em razão do bairro Palmares, identificado como o epicentro das atividades ilícitas praticadas pela quadrilha. O local era utilizado como base logística, distribuição de entorpecentes e intimidação de moradores. Durante as investigações, a polícia identificou que os criminosos escolheram o bairro por ser distante da região central da cidade, facilitando a atuação do grupo, inclusive na comercialização de drogas. Os investigados também usavam de força para o domínio territorial, além do uso de ameaças de morte e pichações com siglas da facção para demarcação dos locais de atuação. O Ministério Público de Mato Grosso reafirma seu compromisso institucional com o combate permanente ao crime organizado, por meio da desarticulação de núcleos criminosos e da responsabilização penal de seus integrantes, garantindo a preservação da ordem pública e da segurança da sociedade mato-grossense.Além dos integrantes do Gaeco-MT, participaram da operação aproximadamente 20 Policiais Militares, integrantes da Força Tática e do 2º Batalhão da Polícia Militar de Barra do Garças, com o apoio operacional do 5º Comando Regional da PMMT, reafirmando a integração entre forças de segurança no enfrentamento ao crime organizado no município.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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