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Goiás avança no ranking de exportação de óleo de milho e colhe 98% da safra

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Até 30 de agosto, Goiás havia colhido 98% da safra de milho 2024/25, enquanto a colheita nacional alcançava 97%, conforme dados da Conab. Segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, apesar da queda nos preços em agosto, as cotações médias ficaram em R$ 63,87 por saca, valor superior ao registrado nos dois últimos anos para o mesmo período.

O recuo nos preços está ligado à ampla oferta global de milho e à colheita da segunda safra brasileira, que mantém o mercado abastecido, segundo a secretaria. O USDA projetou produção global recorde de 1,288 bilhão de toneladas, com o Brasil respondendo por 10,2% desse total.

Produção brasileira e estoques devem superar recordes

A Conab prevê que a produção brasileira e goiana em 2024/25 supere a temporada recorde de 2022/23. Esse desempenho permitirá um aumento nos estoques brasileiros, projetados em 10,2 milhões de toneladas, contra 7,2 milhões na safra anterior.

Na produção de etanol, Goiás deve gerar 800,4 milhões de litros, enquanto o Brasil como um todo deve alcançar 7,8 bilhões de litros, representando crescimento de 19,2% e 32,4%, respectivamente, em comparação ao ano anterior.

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Exportações de óleo de milho disparam

No cenário internacional, Goiás se destaca na exportação de derivados do milho que agregam valor, como amido, farinha, milho doce preparado e óleo de milho. Entre janeiro e julho de 2025, o estado exportou 7,4 mil toneladas de óleo de milho, volume 20 vezes superior ao registrado no mesmo período de 2024.

O crescimento fez Goiás subir no ranking estadual de exportação de óleo de milho, passando do sexto lugar em 2024 para o quarto em 2025, reforçando a importância do estado no mercado internacional de derivados do milho.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Beef Hour das Raças na Feicorte 2026 reunirá 16 tipos de proteína e reforça integração da cadeia da carne no Brasil

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A Beef Hour das Raças será um dos principais destaques da Feicorte 2026 – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, que acontece de 23 a 26 de junho, no Recinto de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente (SP). A ação reforça a integração da cadeia produtiva da carne ao reunir genética, tecnologia e experiência sensorial em um mesmo ambiente.

Nesta edição, a atração amplia sua proposta e passa de 14 para 16 variedades de proteínas, consolidando-se como uma das maiores experiências gastronômicas e técnicas do setor pecuário brasileiro.

Degustação reúne 16 variedades e evidencia diversidade da proteína animal

A iniciativa será realizada em parceria com associações nacionais de criadores e produtores de todo o país, destacando a diversidade e a evolução da pecuária brasileira.

O cardápio contará com carnes de:

  • Nelore
  • Tabapuã
  • Brahman
  • Sindi
  • Gir
  • Guzerá
  • Brangus
  • Senepol
  • Angus
  • Bonsmara
  • Montana
  • Wagyu
  • Caracu
  • Texas Longhorn

Além dessas raças bovinas, a edição de 2026 traz duas novidades: carne de búfalo e cordeiro da raça Suffolk, ampliando o leque de proteínas apresentadas ao público.

Experiência conecta consumidor à cadeia produtiva da carne

Segundo a CEO da Verum, empresa organizadora da Feicorte, Carla Tuccilio, a Beef Hour das Raças reforça a conexão entre o campo e o consumidor final, evidenciando o valor agregado da cadeia produtiva da carne.

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A proposta é mostrar, de forma prática, como o avanço genético, a nutrição e a gestão de produção impactam diretamente na qualidade da proteína que chega ao mercado.

Zebu e cruzamentos industriais reforçam eficiência produtiva

A presença expressiva das raças zebuínas na programação, em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), reforça o papel dessas genéticas na pecuária tropical.

Para o coordenador da ação pela ABCZ e presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Gir (Assogir), Jorge Sab, o Zebu é estratégico para atender à crescente demanda global por carne de forma eficiente e sustentável.

Segundo ele, a Beef Hour contribui para aproximar o consumidor da pecuária moderna e destacar o potencial de cortes especiais produzidos a partir dessas raças.

Raças europeias e adaptadas ampliam eficiência e qualidade da carne

A participação de raças como Angus e Senepol reforça o avanço dos cruzamentos industriais no Brasil, voltados à eficiência produtiva e qualidade de carne.

De acordo com a Associação Brasileira de Angus, iniciativas como a Beef Hour ajudam a consolidar a raça como referência em programas de carne premium no país.

Já a Associação Brasileira dos Criadores de Senepol destaca a importância da adaptação ao clima tropical, com desempenho produtivo aliado à maciez e qualidade da carne.

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A ABCB Bonsmara também ressalta o equilíbrio da raça entre desempenho, adaptação e qualidade de carcaça, com foco em eficiência econômica e produtividade em diferentes sistemas de produção.

Búfalo e cordeiro Suffolk estreiam na experiência gastronômica

Uma das principais novidades da Feicorte 2026 será a entrada da carne de búfalo na Beef Hour das Raças, marcando a participação da bubalinocultura no evento.

Segundo a Associação Brasileira de Criadores de Búfalos, a carne de búfalo vem ganhando espaço por seu alto teor proteico e características nutricionais diferenciadas, atendendo a um mercado em expansão.

Também estreia a carne de cordeiro da raça Suffolk, representando a ovinocultura de corte. A raça se destaca pela precocidade, acabamento de carcaça e maciez da carne, sendo referência na produção de cortes premium.

Feicorte reforça integração entre genética, produção e consumo

A Beef Hour das Raças consolida a Feicorte 2026 como um dos principais eventos da cadeia da carne na América Latina, ao integrar genética animal, tecnologia, produção e consumo em uma experiência única.

A ação reforça o protagonismo da pecuária brasileira na oferta de proteínas de alta qualidade e na evolução contínua dos sistemas produtivos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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