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Goiás divulga boletim agropecuário de 2025 com indicadores de produção e exportação

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Agro em Dados consolida informações do setor goiano

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), lançou a 76ª edição do Agro em Dados, publicação que reúne os principais indicadores da agropecuária do estado referentes a 2025.

O boletim oferece dados técnicos, econômicos e de mercado, permitindo análise detalhada do desempenho produtivo, do comércio interno e externo e das cadeias agropecuárias goianas.

“O Agro em Dados reúne informações que auxiliam produtores, agentes de mercado e gestores públicos na compreensão do cenário agropecuário. Esta edição traz uma visão geral dos resultados de 2025, apoiando o planejamento das atividades para 2026”, afirma Pedro Leonardo Rezende, secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Agricultura: soja e milho seguem como protagonistas

A soja manteve seu papel central na produção do estado. Com a recuperação do regime hídrico no final de 2025, o plantio se normalizou e as lavouras ficaram mais uniformes, embora a concentração da semeadura nos estágios finais exija atenção à logística de colheita.

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No comércio exterior, Goiás registrou volume recorde de exportações do complexo soja no acumulado do ano. Já o milho apresentou recuperação gradual das cotações nos últimos meses, impulsionando o crescimento da cadeia do etanol e a inserção de coprodutos no mercado internacional.

Pecuária reforça posição de destaque nacional e internacional

Os resultados da pecuária consolidam Goiás entre os principais estados produtores:

  • Bovinocultura: recordes em valor, volume exportado e número de destinos, mantendo o estado como terceiro maior exportador de carne bovina do país.
  • Suinocultura: preços sustentados e melhor saldo da balança comercial desde 2017.
  • Avicultura: expansão da presença internacional da carne de frango e recorde no Valor Bruto da Produção de ovos, resultado da ganho de escala e eficiência produtiva.
Radar Agropecuário amplia análises em 2026

A partir de 2026, o boletim Agro em Dados passa a incorporar o Radar Agropecuário, ferramenta que reúne expectativas e sinais recentes do setor, oferecendo acompanhamento contínuo das cadeias produtivas.

O novo espaço permite análises mais detalhadas elaboradas pela Gerência de Inteligência de Mercado Agropecuário da Seapa, qualificando a interpretação do cenário agropecuário do estado.

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Agro em Dados

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão 2ª safra no Rio Grande do Sul tem queda de 45% na área plantada, mas produtividade supera estimativa

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A colheita do feijão da segunda safra foi concluída no Rio Grande do Sul com forte redução da área cultivada em relação ao ciclo anterior. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a área plantada foi reestimada em 9.818 hectares, representando uma queda de 45,7% na comparação com a safra passada.

Apesar da expressiva retração na área destinada à cultura, o desempenho das lavouras foi positivo. A produtividade média estadual alcançou 1.414 quilos por hectare, resultado ligeiramente superior à estimativa inicial de 1.401 kg/ha, demonstrando bom desempenho das áreas cultivadas ao longo do ciclo.

Geadas reduziram rendimento em parte das lavouras

Na região administrativa de Ijuí, uma das principais produtoras de feijão do Estado, a colheita também foi finalizada. O rendimento médio ficou em 1.604 quilos por hectare, abaixo das projeções iniciais.

Segundo a Emater/RS-Ascar, a redução da produtividade foi provocada pelos efeitos das geadas registradas durante os estágios vegetativo e reprodutivo da cultura, comprometendo o potencial produtivo em parte das áreas cultivadas.

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Mesmo assim, os resultados foram considerados satisfatórios diante das condições climáticas enfrentadas durante o desenvolvimento da segunda safra.

Preço do feijão recua no mercado gaúcho

No mercado, a comercialização apresentou leve desvalorização na última semana.

O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar aponta que a saca de 60 quilos de feijão foi negociada, em média, a R$ 179,73, registrando queda de 1,36% em relação aos R$ 182,20 observados na pesquisa anterior.

A redução acompanha o comportamento do mercado no encerramento da colheita, período em que a maior disponibilidade do produto tende a exercer pressão sobre as cotações.

Cenário da segunda safra

Embora o Rio Grande do Sul tenha registrado uma significativa redução da área destinada ao feijão de segunda safra, a manutenção da produtividade em níveis satisfatórios demonstra a eficiência das lavouras remanescentes. Para os produtores, o comportamento dos preços e as condições climáticas continuarão sendo fatores decisivos para o planejamento da próxima temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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