Mato Grosso

Governo de MT envia equipe da Defesa Civil a Cotriguaçu para apoio após chuvas intensas

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O Governo de Mato Grosso já determinou que uma equipe da Defesa Civil do Estado siga para Cotriguaçu (a 950km de Cuiabá), na manhã desta quarta-feira (21.1), a fim de auxiliar o município em razão das chuvas intensas registradas nesta semana.

Para garantir agilidade no deslocamento da equipe, a ação conta com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o volume de chuva acumulado em Cotriguaçu nas últimas 24 horas atingiu 93 milímetros, e há previsão de continuidade das chuvas, com acumulado de pelo menos mais 80 milímetros nos próximos três dias.

Desde as primeiras horas da chuva, registrada na terça-feira (20), a Defesa Civil do Estado já vinha auxiliando o município com orientações técnicas para o levantamento de danos e apoio à população, e mantém o monitoramento contínuo da situação em Cotriguaçu.

Nesta quarta-feira, a equipe da Coordenadoria de Operações da Defesa Civil vai auxiliar o município na decretação de situação de emergência e no levantamento de danos.

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A previsão é de que um caminhão com materiais de assistência emergencial seja encaminhado ao município ainda nesta quarta-feira (21), para atendimento às famílias afetadas.

O Governo do Estado segue monitorando a situação, com o objetivo de garantir resposta rápida, minimizar danos e assegurar o atendimento à população.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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