Mato Grosso

Governo de MT paga gratificação por resultado para servidores da Educação; investimento foi de R$ 220,6 milhões

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O Governo de Mato Grosso pagou, nesta sexta-feira (20.12), a Gratificação Anual por Eficiência e Resultado (GR) para os 34.127 servidores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Com um investimento total de R$ 220,6 milhões, o pagamento foi repassado nas contas dos educadores e demais servidores junto com o 13º salário.

O secretário Alan Porto apontou que a GR proporciona aos servidores, que cumpriram as metas individuais e coletivas nas atividades educacionais, um incremento financeiro importante neste final de ano.

“O valor da gratificação pode alcançar até duas vezes o salário do servidor, o que serve como um significativo incentivo para o engajamento e o aprimoramento do desempenho. Essa abordagem promove um ambiente de trabalho colaborativo e a busca contínua por melhorias nos processos educacionais”, esclareceu o secretário.

A distribuição da GR é baseada em uma avaliação rigorosa. As metas coletivas são definidas de acordo com os resultados gerais de toda a rede de educação, enquanto as Diretorias Regionais de Educação (DRE) têm suas metas avaliadas com a média de desempenho de cada uma.

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Para garantir celeridade, a Seduc implementou uma Comissão de Avaliação de Resultados, que analisa os resultados e o cumprimento das metas, promovendo não apenas a transparência, mas também ajustes que sejam necessários para melhor reconhecimento das contribuições de cada servidor.

Na avaliação do secretário, a estrutura de metas foi desenhada não apenas para recompensar resultados excepcionais, mas também para fomentar uma cultura de excelência e compromisso com a educação pública. “Essa estratégia é fundamental para que a Seduc mantenha altos níveis de motivação entre seus servidores”, completou.

Além do pagamento da GR, o salário de dezembro será transferido para os servidores na próxima segunda-feira (23.12).

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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