Mato Grosso

Governo de MT restaura rodovia que dá acesso até Canabrava do Norte

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) está restaurando a rodovia MT-412 no trecho entre o perímetro urbano de Canabrava do Norte e o entroncamento com a BR-158. O investimento previsto é de R$ 23,3 milhões, com prazo de execução de seis meses.

A obra contempla a recuperação estrutural da rodovia, construída há mais de 12 anos e que, ao longo desse período, teve o pavimento submetido ao desgaste natural provocado pelo tráfego intenso e pela ação do tempo. Além da renovação do revestimento asfáltico, os serviços incluem intervenções profundas na estrutura da pista para garantir mais segurança, conforto e durabilidade aos usuários.

Em alguns pontos do trecho, as equipes executam a chamada reciclagem da base do pavimento. Nessa etapa, o asfalto existente é removido e misturado às camadas inferiores da pista para reaproveitamento e reforço da estrutura. Apesar de, visualmente, a pista parecer “destruída” durante o processo, a técnica é considerada uma das mais eficientes para restaurar a capacidade estrutural da rodovia e aumentar a vida útil da rodovia.

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A reciclagem permite recuperar trechos comprometidos de forma mais duradoura, preparando a rodovia para suportar o aumento do fluxo de veículos, especialmente após a conclusão da MT-109, que deve ampliar significativamente o tráfego na região.

Durante a execução dos trabalhos, podem ocorrer intervenções temporárias no trânsito. A orientação é para que os motoristas redobrem a atenção ao trafegar pelo trecho em obras.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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