Mato Grosso

Governo de MT ultrapassa a marca de 10 mil famílias atendidas pelo Programa SER Família Habitação

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O Governo de Mato Grosso concedeu 10 mil subsídios por meio do Programa SER Família Habitação de julho de 2023 até a primeira semana de maio de 2025. Segundo dados do programa, foram investidos R$ 172,3 milhões na aquisição de moradias populares, beneficiando pessoas em busca do primeiro imóvel. Cada família contemplada recebeu um aporte de até R$ 20 mil.

Idealizado pela primeira-dama, Virginia Mendes, o programa vem se consolidando como um dos maiores da história do Estado e tende a ganhar ainda mais força nos próximos anos.

“Estou cada dia mais otimista com os resultados e fico com o coração cheio de alegria quando tenho a oportunidade de entregar as chaves e ver, nos olhos das pessoas, a satisfação e a certeza de que um novo ciclo de prosperidade se inicia”, afirma Virginia Mendes.

Atualmente, o SER Família Habitação está presente em 101 municípios, com diferentes modalidades. Entre elas, destaca-se o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), destinado a pessoas com renda de até dois salários mínimos e inscritas no CadÚnico, e a Entrada Facilitada, voltada a famílias com renda de até R$ 8 mil. Ambas as modalidades são realizadas em parceria com o Governo Federal, por meio da Caixa Econômica Federal (CEF), e são operacionalizadas, no âmbito estadual, pela MT Participações e Projetos (MT Par).

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Entre os beneficiários, 58% estão na Faixa 1 (renda de até dois salários mínimos); 34% na Faixa 2 (renda de até R$ 4,7 mil); e 8% na Faixa 3 (renda de até R$ 10 mil).

O presidente da MT Par, Wener Santos, destaca que a maioria dos contemplados pertence à faixa de menor renda, o que evidencia o impacto social do programa.

“O Governo de Mato Grosso está enfrentando o déficit habitacional e contribuindo com os municípios em desenvolvimento. Afinal, a escassez de mão de obra é um desafio latente no Estado. Muitas vezes, é necessário trazer trabalhadores de outras regiões, o que pode ser dificultado pela falta de moradias disponíveis e pelo alto custo dos aluguéis”, contextualiza Wener Santos.

SER Família Habitação

O programa já conta com 69.408 unidades habitacionais em processo de contratação e construção. A maioria, 52.700 unidades, integra a modalidade Entrada Facilitada. As demais (16.708 unidades) pertencem às modalidades FAR e Faixa Zero, esta última voltada a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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