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Guia de boas práticas propõe soluções para a gestão ambiental nas cidades da Amazônia Legal

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) lançou no último sábado (15/11), durante a COP30, em Belém (PA), o Guia de Boas Práticas em Gestão Ambiental Urbana em Municípios da Amazônia Legal. A publicação é considerada um instrumento estratégico e relevante, visto que 76% dos 27,8 milhões de habitantes da Amazônia Legal vivem em áreas urbanas.

O guia vai além do técnico ao dialogar diretamente com a premissa de que a crise climática exige urgência em enfrentar desigualdades estruturais, combater a pobreza e promover desenvolvimento sustentável. A luta climática está intrinsecamente ligada à qualidade de vida, saúde, moradia, água, comida e trabalho.

A publicação reúne 18 boas práticas selecionadas a partir de um processo seletivo que recebeu contribuições de 58 municípios dos nove estados que compõem a Amazônia Legal.

O material convidou gestores municipais a apresentar práticas locais para a transformação climática nas cidades, promovendo melhor qualidade de vida para suas populações.

O secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Adalberto Maluf, apresentou o guia no Espaço Amazônia Sempre, sediado no Museu Goeldi. O painel de lançamento buscou um olhar integrado sobre as cidades amazônicas como territórios de inovação e transformação.

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O Guia de Boas Práticas em Gestão Ambiental Urbana em Municípios da Amazônia Legal é uma iniciativa do Programa Cidades Verdes Resilientes, uma ação interministerial do MMA, Ministério das Cidades e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

A publicação foi desenvolvida em parceria com o Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB) e a Coalizão para o Desenvolvimento Urbano Sustentável da Amazônia.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Safrinha de milho avança no Centro-Sul e produção brasileira deve se aproximar de 140 milhões de toneladas

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A colheita da segunda safra de milho 2026 segue avançando no Centro-Sul do Brasil e alcançou 4,4% da área cultivada até o início de junho, segundo levantamento da AgRural. O índice representa um avanço significativo em relação aos 2,4% registrados na semana anterior e supera o percentual de 1,9% observado no mesmo período da safra passada.

O desempenho dos trabalhos é liderado por Mato Grosso, principal produtor nacional do cereal, onde as condições de campo têm favorecido o avanço das colheitadeiras. Enquanto isso, Paraná e Mato Grosso do Sul começam a ganhar participação na colheita, embora em ritmos distintos.

Mato Grosso lidera colheita da safrinha

O estado de Mato Grosso continua puxando o ritmo da colheita nacional. Beneficiado pelo bom desenvolvimento das lavouras e pelas condições climáticas mais favoráveis, o estado apresenta perspectivas de produtividade acima da média e deve novamente responder por uma parcela importante da produção brasileira de milho.

No Paraná, segundo maior produtor da safrinha, os trabalhos ainda avançam lentamente devido aos elevados níveis de umidade nas áreas produtoras, o que dificulta a entrada das máquinas no campo.

Já em Mato Grosso do Sul, a colheita começou em áreas isoladas, marcando o início dos trabalhos no estado e ampliando a participação da região Centro-Oeste na oferta nacional do cereal.

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Estiagem reduz potencial em alguns estados

Apesar do bom desempenho observado em Mato Grosso, a revisão mais recente da AgRural trouxe ajustes negativos para algumas regiões produtoras.

A consultoria reduziu suas estimativas para Goiás, Minas Gerais e São Paulo em razão da estiagem registrada durante fases importantes do desenvolvimento das lavouras. A falta de chuvas comprometeu parte do potencial produtivo nesses estados, limitando os ganhos esperados para a temporada.

Mesmo assim, as perdas foram parcialmente compensadas pelos excelentes resultados projetados para outras áreas do Centro-Sul, especialmente em Mato Grosso, onde as produtividades seguem surpreendendo positivamente.

Produção da safrinha permanece acima de 108 milhões de toneladas

Após a revisão de maio, a estimativa da AgRural para a produção da safrinha 2026 passou para 108,2 milhões de toneladas, uma redução de apenas 900 mil toneladas em comparação com a projeção anterior.

O ajuste é considerado relativamente pequeno diante das dificuldades climáticas enfrentadas em algumas regiões e reforça o cenário de ampla oferta para o mercado interno e para as exportações brasileiras.

Brasil caminha para uma safra recorde de milho

Somando os volumes previstos para a primeira, segunda e terceira safras, a produção total de milho do Brasil na temporada 2025/26 deverá atingir 139,9 milhões de toneladas.

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O número representa crescimento em relação à estimativa anterior, de 138,9 milhões de toneladas, e um salto expressivo frente às 113,2 milhões de toneladas colhidas na safra 2024/25.

Caso o potencial produtivo seja confirmado, o país consolidará uma das maiores colheitas de milho de sua história, fortalecendo sua posição entre os principais exportadores globais do cereal.

Mercado acompanha avanço da oferta

Com a intensificação da colheita nas próximas semanas, o mercado passa a monitorar o impacto do aumento da oferta sobre os preços internos. Além disso, o comportamento das exportações, a demanda da indústria de etanol de milho e o consumo do setor de proteína animal serão fatores decisivos para a formação dos preços no segundo semestre.

A expectativa do setor é de que a entrada gradual da nova safra amplie a disponibilidade do cereal no mercado brasileiro, mantendo o país em posição estratégica para atender tanto o consumo doméstico quanto a demanda internacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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