Mato Grosso

Hospital Estadual Santa Casa realizou 47 cirurgias em mutirão para mulheres

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O Hospital Estadual Santa Casa, da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), promoveu, de sexta a segunda-feira (20 a 23.3), um mutirão de cirurgias eletivas voltadas para a saúde da mulher, em alusão ao mês das mulheres. Nos quatro dias, foram realizadas 47 cirurgias de média complexidade.

“A Secretaria tem como estratégia promover mutirões para otimizar o uso das salas cirúrgicas e da equipe para atender ao máximo de pacientes que aguardam por um procedimento em um curto espaço de tempo. Esta iniciativa foi especificamente voltada às mulheres”, explicou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Segundo o diretor do Hospital Estadual Santa Casa, Rodrigo Guimarães, foram contempladas pelo mutirão as cirurgias gerais, hernioplastia inguinal, umbilical e epigástrica, hemorroidectomia (remoção de hemorroidas), exérese de cisto (remoção de cisto), lesão de pele, sutura em z, colecistectomia (retirada de vesícula) e nefrectomia (remoção de rim).

“Em cada dia de mutirão, montamos uma equipe de enfermagem com 30 profissionais, cinco cirurgiões e sete anestesistas para atuarem, simultaneamente, nas cinco salas cirúrgicas. Tudo isso para atender as pacientes com a qualidade e excelência necessária, e dar celeridade aos procedimentos cirúrgicos”, afirmou.

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Tatiana de Souza, 43 anos, moradora de Cuiabá, passou pela cirurgia de retirada de vesícula no último sábado (21), por causa de pedra que se formou, e elogiou o mutirão do Hospital Estadual Santa Casa.

“O atendimento foi muito dedicado, foi ótimo. Os médicos e as enfermeiras foram super atenciosos e super cuidadosos. Estou me recuperando”, avaliou.

Elessandra Ferreira, 45 anos, moradora de Tangará da Serra, fez o procedimento de hernioplastia umbilical na Santa Casa também no sábado (21) e voltou pra casa no mesmo dia.

“Eu achei o atendimento muito bom. Fui muito bem atendida e a minha cirurgia foi um sucesso, graças a Deus. E a minha recuperação está sendo maravilhosa. As equipes são maravilhosas”, acrescentou Elessandra.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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