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IFC Brasil 2025 reúne líderes da aquicultura para discutir custos e rentabilidade da tilápia

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A sétima edição do International Fish Congress & Fish Expo Brasil (IFC Brasil 2025) será realizada nos dias 2, 3 e 4 de setembro em Foz do Iguaçu, Paraná, reunindo lideranças da cadeia de pescados de toda a América Latina. O evento promete debates sobre desafios e oportunidades do setor, além de apresentar tecnologias e tendências para o mercado de aquicultura.

Cepea aborda custos e previsões para o mercado de tilápia

Entre os destaques da programação, o pesquisador do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), Thiago Bernardino Carvalho, vai discutir custos de produção, rentabilidade e previsões para o mercado de tilápia. O debate está marcado para as 8h30 do dia 3 de setembro e será aberto aos inscritos no congresso, oferecendo uma visão detalhada sobre gestão e análise de projetos no setor.

Novo formato do IFC Brasil 2025 prioriza networking e troca de experiências

De acordo com o presidente do IFC Brasil 2025, Altemir Gregolin, a edição deste ano terá programação especial, reunindo debatedores do Brasil e de outros países em mais de 30 horas de conteúdo inédito. “O congresso terá novo formato, encerrando sempre às 15h, enquanto a feira ocorrerá das 13h às 20h, ampliando espaço para networking, troca de experiências e negócios”, afirmou.

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Evento integra 10 iniciativas simultâneas

O IFC Brasil 2025 combina 10 eventos simultâneos, entre eles:

  • Congresso Internacional de Aquicultura
  • Feira de Tecnologia e Negócios
  • Workshop Exportando Peixe de Cultivo
  • Rodada de Negócios
  • Apresentação de Trabalhos Científicos
  • 5º Encontro Mulheres da Aquicultura
  • Festival do Tambaqui e Festival da Tilápia
  • Cozinha Show
  • Corredor do Sabor
  • Talk sobre moda sustentável com couro de peixe, intitulado Das águas às passarelas: A moda sustentável com couro de peixe de norte a sul

A CEO do IFC Brasil 2025, Eliana Panty, destaca que o evento é um dos maiores da América Latina na área de pescados e oferece oportunidades únicas de atualização e integração entre profissionais do setor.

O programa técnico completo do evento está disponível em: https://ifcbrasil.com.br/programacao.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

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As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

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No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

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