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II Seminário Apícola do Vale do Aço 2026 fortalece cadeia produtiva do mel em Minas Gerais

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O II Seminário Apícola do Vale do Aço será realizado no próximo sábado (27/6), em Coronel Fabriciano (MG), com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva do mel na região e promover a valorização da apicultura local. O evento, promovido pelo Sebrae Minas, reunirá produtores, especialistas e instituições parceiras para discutir inovação, qualidade e oportunidades de mercado.

A programação acontece das 7h30 às 13h, no Auditório da Prefeitura de Coronel Fabriciano, com inscrições gratuitas via Sympla e vagas limitadas.

Evento debate produtividade, qualidade e tendências do mercado apícola

O seminário contará com palestras técnicas e um painel com especialistas do setor, abordando temas como melhoramento genético de abelhas, estratégias para aumento da produtividade, qualidade dos produtos apícolas e tendências de mercado.

A proposta é incentivar a adoção de boas práticas na apicultura, ampliar o nível de profissionalização dos produtores e estimular o desenvolvimento sustentável da atividade no Vale do Aço e região.

Concurso Regional destaca qualidade do mel produzido na região

Um dos destaques do encontro será a divulgação dos vencedores do 1º Concurso Regional de Qualidade do Mel, iniciativa que recebeu 70 amostras nas categorias mel claro e mel escuro.

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As amostras foram enviadas por 56 apicultores de 17 municípios das regiões do Vale do Aço e Rio Doce. A avaliação envolveu análises físico-químicas, degustação por júri popular e análise técnica de especialistas.

A ação, promovida pela Aapivale, Sebrae Minas e Emater-MG, busca valorizar a produção regional, incentivar a melhoria contínua da qualidade e ampliar a visibilidade do mel mineiro no mercado.

Apicultura regional ganha força com ações de capacitação e mercado

O Seminário Apícola integra um conjunto de iniciativas do Sebrae Minas voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva do mel, incluindo capacitações, consultorias e apoio à gestão dos empreendimentos apícolas.

Segundo o analista do Sebrae Minas, Anderson Pimentel, o objetivo é ampliar a competitividade dos produtores e transformar a apicultura em uma atividade ainda mais rentável e estruturada.

“Quando reconhecemos a excelência local, estimulamos o crescimento de toda a cadeia produtiva com mais qualidade e competitividade”, destaca.

Vale do Aço se consolida como polo de apicultura de qualidade

Embora ainda não seja um dos maiores polos em volume de produção, o Vale do Aço se destaca pela qualidade do mel e pela organização dos produtores, com presença crescente em mercados nacionais e internacionais.

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Municípios como Ipatinga e Timóteo já figuraram entre os principais exportadores de mel de Minas Gerais, reforçando o potencial da região.

A expectativa das instituições envolvidas é ampliar a profissionalização do setor e fortalecer o acesso dos produtores a mercados de maior valor agregado, elevando a competitividade da apicultura regional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Manejo integrado pode reduzir perdas por geadas no trigo do Sul, alerta Vittia

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A adoção de manejo integrado nas lavouras de trigo do Sul do Brasil pode ser decisiva para reduzir perdas causadas por geadas e outros eventos climáticos típicos do inverno. A avaliação é da Vittia, que defende o uso combinado de fertilizantes foliares, bioestimulantes e soluções biológicas como forma de fortalecer as plantas e ampliar sua capacidade de tolerar o estresse térmico.

Com a chegada do período mais frio do ano, produtores da região Sul enfrentam desafios recorrentes relacionados a baixas temperaturas, excesso de umidade e ocorrência de geadas, fatores que podem comprometer tanto a produtividade quanto a qualidade dos grãos.

Produção de trigo projetada em 6,38 milhões de toneladas na safra 2026

De acordo com estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira de trigo na safra 2026 deve atingir cerca de 6,38 milhões de toneladas. A área cultivada, por sua vez, tende a recuar para aproximadamente 2,14 milhões de hectares, o que reforça a necessidade de maior eficiência produtiva e redução de perdas no campo.

Nesse contexto, o manejo adequado da lavoura passa a ser um fator estratégico para proteger o investimento do produtor rural, especialmente em um cenário de margens mais apertadas e maior exposição ao risco climático.

Geada é um dos principais riscos da cultura do trigo

Segundo a Vittia, a geada está entre os principais fatores de risco para a cultura do trigo no Brasil, podendo impactar diferentes fases de desenvolvimento da planta.

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O coordenador de Desenvolvimento de Mercado da empresa para a Região Sul, Gustavo Rubim, destaca que o planejamento antecipado é essencial para reduzir os impactos das baixas temperaturas.

“Mesmo em um inverno sob influência do El Niño, o produtor não deve descuidar do risco de geadas, sendo fundamental adotar estratégias de manejo bem definidas para reduzir possíveis impactos sobre o desenvolvimento e a produtividade das plantas”, afirma.

Além do frio intenso, Rubim ressalta que o período de inverno também traz outros desafios, como excesso de umidade, maior pressão de doenças e limitações operacionais no campo.

Manejo integrado é fundamental para reduzir riscos climáticos

De acordo com a Vittia, a combinação de práticas de manejo é determinante para aumentar a resiliência das lavouras. Entre as principais estratégias estão:

Principais pilares do manejo integrado:

  • Manejo adequado do solo
  • Nutrição equilibrada das plantas
  • Controle fitossanitário eficiente
  • Uso de soluções biológicas
  • Monitoramento climático constante
  • Escolha correta da época de semeadura
  • Cultivares adaptadas à região

Essas práticas ajudam a reduzir o risco de que fases críticas da cultura coincidam com períodos de maior incidência de geadas.

Impactos da geada variam conforme o estágio da cultura

A Vittia alerta que os danos provocados pelo frio intenso dependem diretamente do estágio fenológico do trigo no momento da ocorrência.

Fase vegetativa: danos geralmente limitados à queima de folhas e redução temporária do crescimento, com possibilidade de recuperação

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Espigamento, florescimento e enchimento de grãos: riscos mais elevados, com possível esterilidade de espiguetas, falhas na formação dos grãos e redução da produtividade e qualidade

Nutrição foliar e bioestimulantes ajudam na recuperação das plantas

Entre as ferramentas recomendadas para mitigar os efeitos do estresse térmico estão fertilizantes foliares e bioestimulantes. Segundo a empresa, esses produtos atuam como suporte fisiológico, ajudando a manter as plantas mais nutridas e preparadas para enfrentar condições adversas.

Nutrientes como potássio, cálcio, magnésio e micronutrientes contribuem para o equilíbrio metabólico da planta. Já compostos como aminoácidos e extratos de algas auxiliam na recuperação após eventos de geada.

Além disso, os bioestimulantes estimulam mecanismos naturais de defesa, aumentando a atividade antioxidante e reduzindo danos celulares causados pelo frio.

Estratégia deve ser preventiva e integrada, reforça Vittia

Para a Vittia, o uso dessas tecnologias deve estar inserido em uma estratégia de manejo mais ampla, com foco preventivo e planejamento antecipado.

“Não é possível controlar o clima, mas contribuir para que a planta esteja mais equilibrada nutricionalmente antes do evento e tenha melhores condições de recuperação”, destacou Gustavo Rubim.

O cenário reforça a importância de tecnologias agrícolas e práticas integradas como ferramentas essenciais para reduzir riscos climáticos e garantir maior estabilidade produtiva no trigo cultivado na região Sul do Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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