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Importação de diesel no Brasil cresce 38% em julho com alta demanda interna

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As importações de diesel pelo Brasil registraram crescimento de 38% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2024, atingindo o maior volume desde dezembro de 2023. O aumento está relacionado ao maior consumo interno e à menor produção das refinarias nacionais, segundo especialistas.

Crescimento recorde nas importações de diesel

Em julho, o Brasil importou cerca de 1,7 bilhão de litros de diesel. Deste total, quase 60% vieram da Rússia, 34% dos Estados Unidos e 9,5% da Índia, conforme dados governamentais compilados pela consultoria StoneX.

Bruno Cordeiro, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, destaca que “esse cenário de internalizações aquecidas do derivado fóssil pode refletir um balanço doméstico mais apertado”. Ele também apontou uma redução na produção das refinarias brasileiras como um dos fatores que influenciaram essa alta.

Impacto da mistura de biodiesel

O aumento das importações ocorreu antes da entrada em vigor do B15 em agosto, quando a mistura de biodiesel no diesel comercializado nos postos passou de 14% para 15%. Esse fator surpreendeu o mercado e deve impactar a dinâmica de consumo e oferta.

Demanda do agronegócio impulsiona importações

Apesar de julho não ter apresentado um cenário de preços favorável para compras externas, a importação aumentou em função da expectativa de maior consumo, especialmente pelo agronegócio, que demanda mais combustível no período de plantio.

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Eduardo Oliveira de Melo, sócio-diretor da Raion Consultoria, explicou: “O crescimento se deu bem por conta da demanda, pois a janela de importação não estava tão favorável no mês de julho, por exemplo.”

Aumento das compras de diesel dos EUA e Índia

Um dos motivos para o volume elevado foi o aumento das importações de diesel dos Estados Unidos e da Índia, que subiram 145% em relação a julho do ano passado. Bruno Cordeiro aponta que isso pode estar ligado a uma antecipação dessas compras devido a preocupações com possíveis tarifas recíprocas entre Brasil e EUA.

Importações acumuladas seguem em alta

No acumulado de janeiro a julho, o volume importado de diesel chegou a 9,68 bilhões de litros, alta de 17% na comparação com o mesmo período de 2024.

Importação de gasolina cresce em julho, mas segue abaixo do ano passado

As importações de gasolina também registraram alta em julho, alcançando 239 milhões de litros, um aumento de 23% em relação ao mês anterior. Contudo, esse volume ainda representa queda de 10,9% na comparação anual.

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Isabela Garcia, analista da StoneX, destacou que o aumento pode refletir um mercado interno mais pressionado, com alta nas vendas de gasolina C, que contém etanol anidro.

Previsão para as importações de gasolina

Entre janeiro e julho, o volume importado totalizou 1,4 bilhão de litros, redução de 11,8% em relação ao ano anterior.

Para os próximos meses, a expectativa é que as importações permaneçam em níveis inferiores ao ano passado, devido ao aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, que passou de 27% para 30% em agosto.

Segundo Isabela Garcia, “essa medida melhora a competitividade da gasolina C frente ao etanol hidratado, reduzindo a exposição do mercado nacional à gasolina A importada.”

Se a produção doméstica de gasolina continuar crescendo no ritmo observado no primeiro semestre (+4% ao ano), o balanço de oferta e demanda deverá ficar menos apertado, diminuindo a necessidade de importações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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FAO en Alter do Chão: Gobierno de Brasil participa en los debates sobre el sector de la acuicultura

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El Ministerio de Pesca e Aquicultura (MPA) estuvo presente este lunes (10) en Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), representado por el ministro Edipo Araujo. Él participó en el evento organizado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), con el apoyo de INFOPESCA y la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta es la primera vez que este evento se realiza en el municipio.

El ministro participó en el taller “Estado y perspectivas futuras de las principales especies de peces comerciales cultivadas en la cuenca amazónica”. La iniciativa busca intercambiar conocimientos técnicos actualizados, analizar desafíos comunes y explorar oportunidades de cooperación regional enfocadas en el desarrollo sostenible de la acuicultura de especies nativas. El enfoque abarca especies nativas de alto valor productivo y comercial, como el tambaqui (Colossoma macropomum), el pirarucú (Arapaima gigas), el pacú y el paco (Piaractus spp.), el matrinxã (Brycon spp.), el bagre amazónico (Pseudoplatystoma spp.), así como variedades híbridas.

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FAO
FAO

Foto: Cláudio Braga

En consecuencia, el taller contribuye a la elaboración de recomendaciones para el sector. “Actualmente, la acuicultura brasileña alcanza alrededor de 882,3 mil toneladas anuales, superando la producción de la pesca extractiva, que registra aproximadamente 485,7 mil toneladas por año. Estas cifras indican la creciente participación de la actividad acuícola en la oferta de pescado, en la conservación de los stocks pesqueros naturales, en la seguridad alimentaria y nutricional, en el desarrollo regional y en la generación de ingresos para las familias, especialmente para las mujeres, destacó Edipo.

 

Por la tarde, el ministro participó en una mesa redonda en la Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), donde se abordaron temas relacionados con las políticas públicas y las perspectivas para la pesca y la acuicultura. La agenda también incluyó una visita técnica al Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), campus de Santarém.

Leia a versão em Português aqui.

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Ana Célia Costa 

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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