Cuiabá

Inaugurado o Centro Amar: Michelly Alencar destaca avanço na inclusão em Cuiabá

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Débora Inácio | Assessoria da vereadora Michelly Alencar 
Em um dia marcado por forte emoção e conquistas para as famílias atípicas da capital, a vereadora Michelly Alencar (União Brasil) participou, nesta terça-feira (3), da inauguração do Centro Amar, o primeiro centro de referência especializado para crianças e famílias neurodivergentes de Cuiabá. 
A entrega do espaço, localizado em ponto estratégico da cidade, consolida uma política pública inédita de acolhimento e desenvolvimento sensorial.
?Durante o evento, a vereadora reforçou seu compromisso com a causa, destacando que a obra é a realização de um sonho acalentado por anos.
?”Hoje podemos dizer, com o coração cheio de alegria, que o Centro Amar é uma realidade. Por muito tempo, nossas crianças não tiveram o atendimento adequado e as famílias carregaram sozinhas essa ausência. Este espaço foi pensado em cada detalhe, com ambientes totalmente sensoriais, feitos para estimular, acolher e respeitar a individualidade de cada um”, afirmou a parlamentar.
?Expansão e a Casa do Autista
Além da entrega do Centro Amar, a vereadora celebrou os anúncios feitos pela gestão municipal, que incluem a implantação de mais quatro unidades do centro até o fim de 2026 — abrangendo as regiões Leste, Oeste, Norte e Sul — e o avanço do projeto da Casa do Autista. Este novo equipamento, de maior porte e com investimento de R$ 6 milhões em parceria com o governo do estado, oferecerá atendimento multidisciplinar integrado entre saúde e educação.
?Para Michelly, a qualidade da entrega reflete o respeito da atual gestão com o dinheiro público e com as pessoas.
?”Ver nossas crianças sorrindo e sendo quem elas são, em um ambiente de excelência, não tem preço. Minha gratidão ao prefeito Abilio, que  idealizou cada espaço com tanto cuidado. É um momento de profunda satisfação e gratidão”, pontuou Michelly.
Como acessar o atendimento
Para as famílias que buscam o suporte do Centro Amar, saiba o fluxo oficial de atendimento, que ocorre via rede municipal de ensino.
?Escola
A família deve procurar a unidade escolar onde a criança está matriculada e falar com a equipe gestora.
?Avaliação professora regente e a equipe da sala multifuncional realizarão uma pré-avaliação da necessidade da criança.
?
Encaminhamento
Confirmada a necessidade, a escola encaminha o caso para a Coordenadoria de Educação Especial.
?Triagem e Início 
A Coordenadoria realiza a triagem final e envia a ficha do estudante ao Centro Amar, que inicia o processo de atendimento especializado.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

UPA Leblon mantém tempo de espera dentro dos protocolos e reforça atendimento com médicos extras

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), esclarece que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital contam com médicos extras para atender à demanda diária da população e garantir assistência dentro dos protocolos estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na terça-feira (2), a UPA Leblon, também conhecida como UPA Leste, operou com seis médicos clínicos gerais durante o expediente, além de médico do box de emergência, pediatras, dentistas e médicos visitadores. Durante o período diurno, a unidade registrou apenas cinco pacientes internados na sala de medicação. No período noturno, esse número caiu para três.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que a presença de equipes reforçadas tem garantido a manutenção da qualidade dos serviços prestados à população.

“Nossa determinação é assegurar que nenhum paciente fique sem assistência. Por isso, monitoramos diariamente a demanda das unidades e, quando necessário, reforçamos as equipes médicas para garantir um atendimento ágil, seguro e dentro dos protocolos estabelecidos pelo SUS. Os dados da UPA Leblon demonstram que a unidade está funcionando de forma organizada e atendendo a população dentro dos tempos preconizados pela classificação de risco”, afirmou.

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Os dados demonstram que o fluxo de atendimento na unidade seguiu dentro da normalidade. No consultório adulto, havia 27 pacientes aguardando atendimento durante o expediente diurno. Desses, 12 foram classificados com pulseira verde, que identifica casos pouco urgentes e cujo tempo de espera pode chegar a 120 minutos, conforme o Protocolo de Manchester, utilizado nacionalmente para classificação de risco. O tempo médio de espera registrado para esse grupo foi de 1 hora e 8 minutos.

Outros nove pacientes receberam pulseira roxa, destinada ao atendimento prioritário, conforme previsto na Lei Federal nº 10.048/2000. Nessa categoria estão pessoas com deficiência, idosos com 65 anos ou mais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo. Também integram esse grupo os pacientes identificados com pulseira preta, utilizada para sinalizar alergias.

A unidade ainda registrou seis pacientes classificados com pulseira amarela, que indica gravidade moderada. O tempo médio de espera para esses casos foi de aproximadamente uma hora. Não havia pacientes classificados com pulseiras laranja ou vermelha, destinadas a situações muito urgentes ou emergências com risco iminente de morte.

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No consultório pediátrico, o tempo médio de espera foi de 40 minutos.

A classificação de risco adotada nas UPAs segue o Protocolo de Manchester, metodologia reconhecida internacionalmente e utilizada pelo Ministério da Saúde para organizar os atendimentos conforme a gravidade de cada caso, priorizando os pacientes que necessitam de assistência mais rápida.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonça, ressaltou que os indicadores registrados na UPA Leblon demonstram a eficiência do fluxo de atendimento.

“Os números mostram que a unidade está operando dentro dos parâmetros estabelecidos para uma UPA. O tempo de espera observado está compatível com a classificação de risco dos pacientes, e a presença de médicos extras contribui para dar mais agilidade ao atendimento e maior segurança aos usuários”, explicou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que as UPAs atendem casos de urgência e emergência e que a classificação de risco é fundamental para garantir que os pacientes mais graves sejam atendidos primeiro, independentemente da ordem de chegada.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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