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Inflação desacelera, mas mercado continua pessimista e prevendo alta

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A inflação começou 2026 com perda de ritmo nos indicadores oficiais, mas as expectativas do mercado seguem em alta, mantendo o ambiente de incerteza para o produtor rural. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,33% em janeiro e de 0,70% em fevereiro, acumulando 1,03% no primeiro bimestre, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar da aceleração mensal em fevereiro, a inflação em 12 meses recuou para 3,81%, indicando desaceleração em relação ao fim de 2025. Ainda assim, as projeções mais recentes do Banco Central do Brasil apontam para inflação em torno de 4,1% ao fim de 2026, acima das estimativas iniciais, que giravam abaixo de 4%.

Os dados mostram um comportamento misto. No curto prazo, a inflação segue controlada, refletindo efeitos da política monetária restritiva adotada ao longo de 2024 e 2025. Por outro lado, os principais vetores de risco seguem ativos, especialmente nos grupos de alimentação e transportes, que tiveram maior peso na alta recente e impactam diretamente os custos do agronegócio.

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No cenário internacional, a valorização do petróleo diante das tensões no Oriente Médio, com atenção voltada ao Estreito de Ormuz, mantém pressão sobre combustíveis. Para o campo, isso significa risco direto sobre o custo do diesel, do frete e das operações de colheita e logística.

Internamente, o Comitê de Política Monetária mantém postura cautelosa e indica que a trajetória da inflação ainda depende da evolução dos dados. Na prática, isso prolonga o ambiente de juros elevados, encarecendo o crédito rural e exigindo maior planejamento financeiro para a próxima safra.

Ao mesmo tempo, a valorização recente do real frente ao dólar ajuda a conter parte da pressão sobre insumos importados, como fertilizantes e defensivos. Ainda assim, a expectativa de câmbio acima de R$ 5,50 ao longo do ano mantém a volatilidade no radar.

Na avaliação de analistas, o cenário atual reflete um descompasso entre o dado corrente e a expectativa futura por conta da guerra no oriente médio e das incertezas da política externa dos Estados Unidos. Enquanto os números recentes mostram inflação mais comportada, o mercado já incorpora riscos ligados ao petróleo, ao câmbio e ao ambiente fiscal.

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Para o produtor, o efeito é direto: custos ainda pressionados, crédito mais caro e maior incerteza na formação de preços. Em um ano de margens mais ajustadas, a gestão de despesas e o timing de comercialização tendem a ser decisivos para preservar rentabilidade no campo.

Fonte: Pensar Agro

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Churrasco perfeito: Minerva Foods revela 5 dicas essenciais para garantir sabor, suculência e rendimento

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Preparar um churrasco de qualidade vai muito além de acender a churrasqueira. Fatores como organização, escolha dos cortes e controle da temperatura são determinantes para garantir sabor, maciez e suculência. Pensando nisso, a Minerva Foods reuniu orientações práticas para ajudar tanto iniciantes quanto churrasqueiros experientes a elevarem o nível do preparo.

A companhia, que detém marcas como Cabaña Las Lilas, Estância 92 e PUL, destaca cinco pontos-chave para um churrasco bem executado.

1. Organização e controle da churrasqueira

O primeiro passo é planejar o preparo. Ter todos os utensílios à disposição — como carvão, facas e grelha — evita improvisos e garante mais eficiência.

A temperatura da churrasqueira também deve ser ajustada conforme o corte:

  • Carnes mais grossas: fogo mais baixo e distante da grelha
  • Cortes finos: fogo mais alto e próximo da brasa

Esse controle é essencial para evitar que a carne resseque ou asse de forma irregular.

2. Escolha correta da carne

A recomendação é adquirir a peça inteira, permitindo ao churrasqueiro definir a espessura ideal dos cortes.

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Entre os cortes mais indicados estão:

  • Alcatra
  • Maminha
  • Fraldinha
  • Picanha (preferida dos brasileiros)

O ideal é trabalhar com bifes de 2 a 3 cm de espessura, o que contribui para manter a suculência durante o preparo.

3. Quantidade ideal por pessoa

Para evitar desperdícios ou falta de alimento, o cálculo deve considerar, em média, 400 gramas de carne por pessoa.

Exemplo prático:

  • 10 pessoas = aproximadamente 4 kg de carne

A divisão entre diferentes cortes também ajuda a diversificar o cardápio e atender diferentes preferências.

4. Ponto da carne faz toda a diferença

O ponto ideal varia conforme o gosto de cada pessoa, mas alguns parâmetros ajudam no preparo:

  • Selada: fogo alto por poucos minutos, formando crosta
  • Mal passada: cerca de 3 minutos por lado
  • Ao ponto: cerca de 4 minutos por lado
  • Ao ponto para mais: cerca de 5 minutos
  • Bem passada: entre 6 e 7 minutos por lado

O uso de sal grosso ou sal de parrilla é indicado para realçar o sabor sem mascarar as características da carne.

5. Acompanhamentos valorizam o churrasco

Os acompanhamentos complementam o sabor e enriquecem a experiência. Entre os mais tradicionais estão:

  • Farofa
  • Vinagrete
  • Salada de batata com maionese
  • Salpicão
  • Queijo coalho
  • Pão de alho
  • Legumes e frutas grelhadas
  • Saladas variadas
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Carne premium ganha destaque no fim de semana

Para quem busca elevar o padrão do churrasco, a linha Estância 92 se posiciona como opção diferenciada. Os cortes são preparados com padrão elevado de qualidade, oferecendo maciez, suculência e acabamento de gordura uniforme.

Com planejamento, escolha adequada dos cortes e atenção aos detalhes do preparo, o churrasco se consolida como uma experiência completa — tanto no sabor quanto na convivência.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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