Mato Grosso

Investigação da Polícia Civil culmina na prisão de foragido da Justiça condenado a mais de 16 anos de reclusão

Publicado

Uma investigação da Polícia Civil de Mato Grosso resultou na localização e prisão de um homem, de 27 anos, que estava foragido da Justiça, com condenação pelos crimes de homicídio tentado qualificado e por integrar facção criminosa.

A prisão ocorreu nessa quinta-feira (19.3), em ação desencadeada pelas Polícias Civil e Militar do Estado do Pará, na cidade de Conceição do Araguaia, após repasse de informações da equipe policial da Delegacia de Nova Xavantina.

O preso havia sido condenado pelo Tribunal do Júri de Nova Xavantina, em dezembro de 2025. A pena arbitrada foi de 16 anos, três meses e 20 dias de reclusão, em regime inicialmente fechado. No entanto, ele estava foragido e com mandado de prisão em aberto.

Da investigação

Policiais civis de Nova Xavantina obtiveram conhecimento da existência do mandado de prisão e passaram a realizar diligências com o objetivo de localizar o paradeiro do condenado. Após trabalho investigativo, os policiais conseguiram identificar o esconderijo do foragido, na cidade de Conceição do Araguaia (PA).

Leia mais:  CGE e Receita Federal firmam parceria para fortalecer cidadania fiscal no programa Estudante - Cidadão do Futuro

Após o levantamento das informações, os dados foram repassados às equipes das Polícias Civil e Militar do Estado do Pará, que em diligências no local indicado, localizaram e cumpriram o mandado de prisão em desfavor do condenado, efetuando sua captura.

“Essa prisão representa mais um resultado do trabalho integrado entre forças de segurança pública de diferentes estados, demonstrando a importância da cooperação policial no combate à criminalidade e na localização de foragidos da Justiça”, disse o delegado de Nova Xavantina, Flavio Leonardo Santana Silva.

Após a prisão, o preso foi colocado à disposição da Justiça para o cumprimento da pena imposta.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  CGE e Receita Federal firmam parceria para fortalecer cidadania fiscal no programa Estudante - Cidadão do Futuro

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Primeira-dama de MT anuncia inscrições da 3ª edição do Casamento Abençoado com sorteio de 4 imóveis

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana