Mato Grosso

Ipem-MT fortalece fiscalização em combustíveis com equipes especializadas e laboratório de fraudes

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O Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT) intensifica o combate às irregularidades no setor de combustíveis com a criação de duas equipes especializadas e a implantação de um laboratório de fraudes eletrônicas. As novidades foram apresentadas no Sindipetróleo Day, evento realizado na CDL Sinop, na quinta-feira (7.8).

Com a reestruturação, o Ipem-MT separou suas ações em duas frentes: uma equipe exclusivamente para verificação metrológica das bombas e outra voltada à fiscalização, aumentando a eficiência das operações nos postos de combustíveis em todo o estado.

Além disso, Mato Grosso é um dos primeiros estados a receber o Laboratório de Fraudes, parte do Programa Nacional de Combate a Fraudes Eletrônicas (Profae) do Inmetro. Esta estrutura inovadora detecta irregularidades nas placas das bombas medidoras, integrando o estado a uma rede nacional de vigilância que fortalece a proteção do consumidor e promove a concorrência justa.

“Esse trabalho é fundamental para garantir relações de consumo transparentes e um mercado equilibrado para revendedores e consumidores”, destaca presidente do Ipem-MT, Tatiana Ribeiro Soares.

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Vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o Ipem-MT atua em parceria com instituições públicas para assegurar a integridade das relações comerciais e fomentar o desenvolvimento econômico de Mato Grosso.

A equipe do Instituto que participou do Sindipetróleo Day contou com a presença da presidente Tatiana Ribeiro Soares, do diretor de Ensaios Metrológicos Rogério Henrique de Oliveira, do coordenador Tony Hudson Pinheiro Ramos, da diretora de Fiscalização Marli do Nascimento e da coordenadora Suziane Cristina Marchioreto.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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