Várzea Grande

Jardim Glória II, Jardim dos Estados, Mapim e Mário Andreazza recebem força-tarefa de limpeza urbana

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, mantém uma programação diária de limpeza urbana que atende diferentes regiões do município. Nesta semana, as equipes concentram os trabalhos no Jardim Glória II, Jardim dos Estados, bairro Mapim e ao longo da Rodovia Mário Andreazza, reforçando o compromisso da gestão da prefeita Flávia Moretti com a conservação dos espaços públicos e a qualidade de vida da população.

Cada local atendido possui características próprias e demanda atenção contínua. No Jardim Glória II, bairro predominantemente residencial, a limpeza contribui para a preservação das vias e das áreas utilizadas pelos moradores. No Jardim dos Estados, a manutenção garante mais organização em uma região de grande circulação de pessoas e veículos. Já o bairro Mapim, um dos mais populosos de Várzea Grande, recebe serviços essenciais para manter ruas e espaços públicos limpos e seguros.

Na Rodovia Mário Andreazza, um dos principais corredores de ligação entre Várzea Grande e Cuiabá, os trabalhos de limpeza e manutenção também são fundamentais para melhorar o aspecto urbano, oferecer mais segurança aos motoristas e valorizar uma das vias mais movimentadas da cidade.

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Mais de 30 trabalhadores, com o apoio de máquinas e equipamentos, participam diariamente dessa força-tarefa, executando serviços como capina, roçagem, retirada de resíduos, poda de árvores e demais ações de manutenção urbana. As equipes seguem um cronograma permanente que contempla todas as regiões do município.

O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, destaca que o trabalho integra o planejamento da administração municipal para oferecer uma cidade mais organizada e acolhedora.

“A determinação da prefeita Flávia Moretti é manter Várzea Grande cada vez mais limpa, organizada e bem cuidada. Nossas equipes trabalham diariamente para atender os bairros e as principais vias da cidade, levando mais qualidade de vida, segurança e bem-estar para a população. Esse é um serviço contínuo, que beneficia diretamente todos os várzea-grandenses”, afirmou o secretário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Biblioteca Pública de Várzea Grande inaugura Afroteca para valorizar memória e produção intelectual negra

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A Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda, em Várzea Grande, passa a contar, a partir desta quinta-feira (10), com a Afroteca, uma coleção especializada dedicada à preservação, organização e valorização da história, da cultura, da memória e da produção intelectual negra. O espaço foi apresentado durante evento realizado na tarde desta quinta-feira (10) e representa um novo passo na democratização do acesso à informação e no fortalecimento das políticas de promoção da igualdade racial no município.

Mais do que uma coleção de livros sobre racismo, a Afroteca nasce como um espaço de memória, conhecimento e reparação histórica. O acervo é separado da coleção geral da biblioteca e reúne materiais que permitem ao público conhecer diferentes aspectos da trajetória da população negra no Brasil e no mundo.

A coleção está organizada em três frentes. A primeira é dedicada à produção afro-brasileira e africana, com livros sobre a história da África, a diáspora africana e o período pós-abolição, religiões de matriz africana, literatura negra brasileira e biografias de personalidades negras.

A segunda reúne a produção intelectual negra, com obras escritas por autoras e autores negros, além de teses, dissertações, zines, cordéis e produções da literatura periférica. Já a terceira frente é voltada à memória e às raridades, reunindo documentos, fotografias, jornais antigos da imprensa negra, discos de vinil e outros materiais que ajudam a preservar registros históricos.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, a criação da Afroteca fortalece o papel da biblioteca como espaço de conhecimento, inclusão e construção da cidadania.

“A Afroteca amplia o acesso ao conhecimento e valoriza uma história que precisa ser conhecida por todos. É um acervo que preserva memória, fortalece a identidade e ajuda a construir uma sociedade mais consciente e respeitosa”, destaca Maria Fernanda.

A superintendente de Cultura, Luh Arruda, ressalta que a construção da Afroteca representa um processo coletivo e reforça o compromisso de Várzea Grande com a valorização da cultura negra.

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“Esse acervo é fruto de uma construção coletiva e nasce com a missão de dar visibilidade à produção e à memória negra. A biblioteca passa a ser também um lugar de encontro com essa história, para que ela seja conhecida, valorizada e preservada”, afirma Luh Arruda.

A construção da coleção também contou com a participação do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Várzea Grande (CMPIR/VG). Segundo a presidente do Conselho, Janaína Hellwich, o reconhecimento da importância do acervo começou dentro do próprio Conselho, em diálogo com os conselheiros, com destaque para a atuação da professora Rosana, e avançou por meio da parceria com a Superintendência de Cultura.

“O primeiro passo foi abrir a Afroteca. Agora, precisamos fazer esse conhecimento chegar às escolas e à sociedade, atraindo pessoas negras e não negras para conhecer essa história e contribuir para romper preconceitos”, pontua Janaína.

O bibliotecário Odiley Santiago, que participa da organização e da construção do acervo, destaca que a Afroteca foi pensada para ser um espaço vivo de pesquisa, leitura e descoberta.

“A Afroteca não é apenas uma estante temática. É um acervo especializado que reúne diferentes formas de conhecimento e memória negra, permitindo que o público encontre autores, histórias e registros que muitas vezes não estão presentes nos acervos tradicionais”, explica Odiley.

A partir desta quinta-feira, o acervo está disponível para consulta da população negra e de todos os moradores que tenham interesse em conhecer, pesquisar e se aprofundar na história, na cultura e na produção intelectual da população negra.

A proposta é que a Afroteca também se consolide como ferramenta de apoio às escolas e às ações previstas na Lei nº 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, contribuindo para ampliar o acesso a conteúdos e referências que valorizem a diversidade e a contribuição da população negra para a formação da sociedade brasileira.

Com a abertura do espaço, a Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda amplia seu papel como guardiã da memória e transforma o conhecimento em instrumento de valorização, pertencimento e combate ao preconceito, aproximando a população de uma história que pertence a toda a sociedade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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