Mato Grosso

Jucemat não aceitará mais assinaturas digitais pelo portal gov.br a partir de 19 de fevereiro

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A partir de 19 de fevereiro, a Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat) não aceitará mais assinatura digital via portal gov.br e os empresários terão que utilizar certificado digital. A medida foi tomada para evitar casos de fraudes, que vinham ocorrendo desde dezembro de 2024.

De lá para cá, a direção da Jucemat identificou cerca de 25 casos de fraudes com assinaturas digitais de empresas pelo portal gov.br para acessar serviços como adquirir certidões de inteiro teor, abrir empresa, obter certidão de nada consta, dar baixa em empresas ou cooperativas ou abrir uma nova empresa via Balcão Único.

“Nós informamos a Polícia Civil sobre esses casos, mas infelizmente é uma prática que está ocorrendo em todo o país. Inclusive, isso foi tratado na imprensa nacional, saiu reportagem no Fantástico, da TV Globo, sobre uma organização criminosa está sendo investigada por invadir contas de usuários da plataforma gov.br para fazer empréstimos e procurações com os dados das vítimas”, comentou o secretário-geral da Jucemat, Kenner Langner da Silva.

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Ele informou ainda que, apesar de mais custoso aos empresários, o uso dos certificados digitais é a forma mais segura tanto para eles quanto para a própria Jucemat.

Conforme Kenner, embora o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos do Governo Federal tenha informado que trabalha para aumentar soluções tecnológicas e de segurança dos dados dos usuários, a Jucemat vai aguardar mudanças concretas para retornar ao serviço.

“Enquanto o portal gov.br continuar com essa vulnerabilidade, não adotaremos as assinaturas digitais por lá, a menos que eles melhorem a segurança na plataforma”, afirmou Kenner Langner.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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