Mato Grosso

Juíza assume titularidade da 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá

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A juíza Alethea Assunção Santos assumiu a titularidade da 51ª Zona Eleitoral (ZE) de Cuiabá, para o biênio 2025-2027. Desde o dia 14 de novembro, a magistrada ocupa a vaga em substituição à juíza Rita Soraya Tolentino de Barros, que encerrou o biênio em 13 de novembro. A designação foi aprovada pelo Pleno, assinada pela presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, e consta na Resolução n° 2.939 /2025. 

Anteriormente, a juíza eleitoral exerceu a titularidade da 11ª ZE, em Aripuanã (a 999 km de Cuiabá), e da 27ª ZE, com sede em Juara (a 655 km da Capital). Fora do âmbito eleitoral, a magistrada atua como Juíza de Direito da 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

“O exercício da jurisdição eleitoral é motivo de satisfação e orgulho, ante a participação ativa na construção de um país efetivamente democrático. Garantir ao eleitor o exercício do direito ao voto, participando da organização do processo eleitoral, é uma honra para os magistrados e servidores envolvidos”, declarou a magistrada. 

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O processo de escolha de juiz ou juíza eleitoral da 51ª Zona Eleitoral foi regido pelo Edital n° 13/2025, publicado no Diário de Justiça Eletrônico (DJE) n° 4.522, no dia 5 de novembro deste ano. 

Crédito da imagem: Alair Ribeiro (TJMT)

Estagiária: Laís Guilherme (supervisão do jornalista Anderson Pinho) 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um card institucional do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), destacando a juíza Alethea Assunção Santos, da 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá. À esquerda, há uma foto da magistrada. À direita, em fundo azul com detalhes gráficos, aparecem seu nome em destaque e a identificação da função exercida.

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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