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Juliana Marins: vídeo revela momentos antes da queda fatal

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Juliana Marins: vídeo revela momentos antes da queda fatal
Reprodução/Instagram

Juliana Marins: vídeo revela momentos antes da queda fatal

Juliana Marins, de 26 anos, natural de Niterói (RJ), foi encontrada morta nesta terça-feira (24) após cair no Monte Rinjani, na Indonésia, localizado na ilha de Lombok. A jovem, que viajava sozinha pela Ásia desde fevereiro, ficou dias presa em uma encosta de difícil acesso antes de ser resgatada. Ela foi dada como desaparecida no último sábado (21).

A turista italiana Federica Matricardi, que conheceu Juliana durante a trilha, compartilhou imagens dos momentos antes da queda da brasileira. No vídeo, as duas aparecem após completar a primeira parte da subida, demonstrando frustração com a neblina, mas ainda assim animadas. “Nós fizemos o passeio pela vista. Então, estou feliz”, disse Juliana na gravação.

De acordo com informações da família de Juliana por meio das redes sociais, a trilha ao vulcão teria duração de três dias e duas noites, de 20 a 22 de junho, e foi programada com uma agência local. Após mostrar sinais de fadiga, a mochileira se afastou, perdeu contato com o grupo e ficou sem assistência do guia. Familiares acreditam que ela tenha caído durante o descanso ou após tentar alcançar os demais, visto que é um local estreito, íngrime e com solo instável.


Uma viajante apaixonada por aventuras

Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Juliana também era dançarina de pole dance e havia decidido explorar o mundo antes de seguir novos rumos profissionais. Em seu mochilão, ela já havia passado por países como Filipinas, Vietnã e Tailândia, documentando parte da jornada em suas redes sociais.

A notícia de sua morte foi confirmada por um comunicado publicado por familiares e amigos.  “Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido” , dizia o texto.


Risco em rotas turísticas

O Monte Rinjani atrai aventureiros de todo o mundo, mas exige preparo físico e equipamentos adequados. O trekking até o cume, que ultrapassa 3.700 metros de altitude, é considerado desafiador, com trechos íngremes e condições climáticas imprevisíveis. Autoridades locais reforçam a importância de contratar guias credenciados e verificar as condições meteorológicas antes da subida.


Fonte: Turismo

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Parque Nacional de Ubajara: santuário de grutas, biodiversidade e paisagens deslumbrantes no Ceará

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Localizado na região noroeste do Ceará, o Parque Nacional de Ubajara é mais um dos vários destinos que o Brasil oferece para quem busca ecoturismo e contemplação da natureza. Abrangendo áreas dos municípios de Ubajara, Tianguá e Frecheirinha, a unidade protege um total de 6.299 hectares de uma rica zona de transição entre a Caatinga e a Mata Atlântica.

Criado em 1959, o parque destaca-se pela sua relevância ambiental e por abrigar um dos maiores patrimônios espeleológicos do país, com cavernas, grutas, fendas e outras formações subterrâneas. Situada na Serra da Ibiapaba, a unidade tem como um dos seus grandes atrativos o passeio de teleférico no tradicional bondinho, que oferece uma vista panorâmica da vegetação e dos paredões rochosos.

Para os amantes de caminhadas e de aventura ao ar livre, o parque oferece opções para diversos perfis de visitantes. O público conta com percursos como a Trilha da Samambaia, o Circuito das Cachoeiras, o Mirante do Pendurado e a Trilha Ubajara-Araticum, além da grande travessia do Parque Nacional de Ubajara. A unidade também contempla praticantes de cicloturismo, por meio da Trilha Cara Suja – Bike.

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Caminhos pela região

O Parque Nacional de Ubajara também se integra à Trilha Caminhos da Ibiapaba. O itinerário conecta o norte do Piauí à região da Ibiapaba, no Ceará, tendo mais de 300 quilômetros. A rota engloba unidades de conservação, ecossistemas da Caatinga e da Mata Atlântica, bem como sítios históricos e arqueológicos, promovendo a conservação ambiental e o desenvolvimento do turismo sustentável na região.

Toda esta imponência geológica é cercada por uma expressiva riqueza natural. Por isso, o parque é palco de diversos programas de pesquisa, monitoramento e conservação da biodiversidade do bioma Caatinga, servindo de refúgio para a vida silvestre e de espaço para atividades contínuas de educação ambiental e integração comunitária.

Como chegar

A principal porta de entrada para o Parque Nacional de Ubajara é a sede administrativa na cidade de Ubajara, com acesso pela rodovia estadual CE-187 (Rodovia da Confiança). Partindo da capital do estado, Fortaleza, o trajeto rodoviário segue em direção à região da Serra da Ibiapaba.

Por se tratar de uma unidade de conservação sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a visita aos seus atrativos segue protocolos operacionais que garantem a segurança dos turistas e a preservação do patrimônio natural.

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Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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