Mato Grosso

Justiça Eleitoral abre inscrições para o “SoleTRE”, programa de alfabetização de adultos

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Estão abertas as inscrições para a edição 2026 do programa SoleTRE, ação que possibilita a alfabetização de adultos, sejam jovens ou pessoas idosas. As inscrições são gratuitas e limitadas ao número de 60 participantes. As pessoas interessadas devem se inscrever pelo telefone (65) 3362-8053 (falar com Mônica). Criado pela Presidência do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o programa tem início previsto para o dia 24 de fevereiro. 

Os estudos são conduzidos às terças e quintas, das 8h às 11h, nas Salas de Aula nº 01 e 02 da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), localizada na Casa da Democracia, prédio anexo ao TRE-MT, na Av. Historiador Rubens de Mendonça, nº 4750, no Centro Político e Administrativo, em Cuiabá. A previsão é que as aulas do primeiro semestre vão até o dia 30 de julho. 

“Ao garantir o acesso à leitura e à escrita, o SoleTRE fortalece a cidadania, amplia a autonomia e devolve dignidade a pessoas que, por diferentes circunstâncias, não tiveram a oportunidade de se alfabetizar no tempo adequado. O programa mostra que alfabetizar é, acima de tudo, abrir caminhos para a inclusão, para a igualdade de oportunidades e para a transformação social”, afirmou a coordenadora do programa, Sueli Shimada, assessora da Presidência do TRE-MT. 

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O programa, que chega à sua 8ª edição este ano, é realizado de forma voluntária por servidores e servidoras da Justiça Eleitoral e órgãos parceiros. Desde a sua criação, em 2019, foram 200 vidas transformadas ao longo do programa, que conta também com ações paralelas que incentivam os alunos dentro e fora da sala de aula. A iniciativa cria alternativas para que não haja interferências no processo de aprendizagem, como palestras com temas pertinentes, sorteios de cestas básicas e o recebimento de kits escolares. 

Estagiária: Natália Sarturi (supervisão do jornalista Anderson Pinho) 

#ParaTodosVerem: A imagem mostra uma sala de aula ou espaço de treinamento, onde várias pessoas estão sentadas em cadeiras com apoio para escrever, prestando atenção a uma mulher em pé à frente. Ela está explicando algo e apontando para um quadro branco, enquanto os participantes, de diferentes idades, acompanham atentos. O ambiente é fechado, com ar-condicionado, janelas ao fundo e clima de aula. 

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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